Libertadores 2012 – Grupo 7

CHIVAS DE GUADALAJARA
por Pedro Venancio
Club Deportivo Guadalajara
Estádio: Omnilife (49.850 lugares)
Site: chivasdecorazon.com.mx
Técnico: Ignacio Ambríz
Destaques: Héctor Reynoso, Marco Fabián, Jorge Enríquez, Erick Torres
Principais títulos: 1 Concachampions, 11 Mexicanos
Na Libertadores: 1 vice (2010)
Derrotado pelo Internacional na decisão de 2010, o Chivas Guadalajara chega à Libertadores 2012 por ter conseguido o primeiro lugar na fase de classificação do Torneo Apertura no México. A política de só contar com jogadores mexicanos é mantida pelo clube, o que garante espaço a jogadores vindos da base como os promissores Erick Torres, 19 anos, e Jorge Enríquez, 21, destaques da equipe já há algum tempo. O time também conta com remanescentes de 2010, como o atacante Marco Fabián e o defensor Héctor Reynoso. A principal novidade fica por conta da presença de Ignacio Ambriz, capitão da seleção mexicana na Copa do Mundo de 1994, como técnico.
DEPORTIVO QUITO
por Gabriel Dudziak
Sociedad Deportivo Quito
Estádio: Olímpico Atahualpa, Quito (40.000 lugares)
Site: deportivoquito.com
Técnico: Carlos Ischia
Destaques: Maximiliano Bevacqua, Luis Saritama e Fidel Martínez
Principais títulos: 5 Equatorianos
Na Libertadores: 1 oitavas de Final (1989)
Um terceiro lugar no Primera Etapa e uma primeira posição no campeonato do segundo semestre deram ao Deportivo Quito um incontestável título equatoriano. A equipe, que chegou a engatar oito vitórias consecutivas no início do Segunda Etapa, foi bem superior às demais em seu país. Para se ter uma ideia, os comandados de Carlos Ischia – campeão do Apertura e da Recopa com o Boca Juniors em 2008 – assumiram a liderança na segunda rodada e não saíram mais. Na decisão contra o Emelec os chullas venceram dentro e fora de casa e chegaram ao pentacampeonato nacional. Na Libertadores o desafio é grande, mas a equipe tem totais condições de conseguir a classificação, sobretudo porque, além da já famosa altitude de Quito, tem um time bastante cascudo. Olho no atacante Maximiliano Bevacqua, que fez 20 gols no campeonato nacional, e no meia Luis Saritama.
DEFENSOR SPORTING
por Felipe Lobo
Defensor Sporting
Estádio: Luis Franzini (18.000 lugares)
Site: defensorsporting.com.uy
Técnico: Gustavo Díaz
Destaques: Brahian Alemán, Ramón Arias, Nicolás Oliveira
Principais títulos: 4 Campeonatos Uruguaios
Na Libertadores: 2 quartas de finais (2007, 2009)
Classificado para a Libertadores como a segunda melhor equipe do Campeonato Uruguaio na temporada 2010/11, o Defensor chega à Libertadores com uma marca importante: foi a equipe com a melhor defesa do seu país nessa temporada. Só que no Apertura, disputado a partir de agosto de 2011, o time caiu de produção e amargou apenas um sexto lugar. Comandados pelo meio-campista Brahian Alemán e com o zagueiro Ramón Arias, de apenas 19 anos, como destaque (embora um pouco violento), o Defensor tentará fazer frente ao Vélez Sarsfield, melhor time do Grupo 7, e lutará por vaga provavelmente com os outros dois times, Deportivo Quito e Chivas.
VÉLEZ SÁRSFIELD
por Marcus Alves
Club Atlético Vélez Sársfield
Estádio: José Amalfitani (49.000 lugares)
Site: velezsarsfield.com.ar
Técnico: Ricardo Gareca
Destaques: Sebástian Domínguez, Emiliano Papo, Héctor Canteros, Augusto Fernández e Burrito Martínez
Principais títulos: 1 Mundial, 1 Libertadores, 1 Supercopa, 1 Recopa e 8 Argentinos
Na Libertadores: 1 título (1994)
Na capa da revista “El Gráfico” de fevereiro, o título “Gente copada”. Lá estão Rolando Schiavi e Clemente Rodríguez, veteranos do Boca Juniors. Como gostam de dizer os vizinhos, não falta cancha a eles. Falta futebol nessa altura da carreira. Algo que sobra aos jogadores do Vélez Sársfield. Foi um 2011 quase perfeito. Título do Torneio Clausura, semifinais de Libertadores e Sul-Americana e um Apertura para se esquecer. Algumas baixas ao longo do ano, caso de Santiago Silva, agora com o Boca após uma tentativa frustrada da diretoria em trazê-lo de volta, e Maxi Moralez. Mesmo assim, sobra talento. Talvez falte apenas cancha. E, sobretudo, uma maior tranquilidade para se desenvolver o trabalho. Ao fim do ano passado, o Rodrigo Caetano do Fortín, Cristian Bassedas, quase deixou o clube e por pouco não levou junto o técnico Ricardo Gareca. Uma parceria que chega a seu quarto ano. Está na hora de brilhar em solo internacional. O experiente Federico Insúa é a principal novidade do time.



