América do SulLibertadores

Grupo 8: Caracas

Caracas

Caracas Fútbol Club
Como chegou à Libertadores: vice-campeão venezuelano
Melhor campanha: quartas de final (2009)
Campanha em 2012: eliminado na pré-Libertadores

 

 

Destaque

Jesús Meza. Com passagem pelo futebol mexicano, o meia é o responsável pela armação do time treinado por Ceferino Bencomo.  O venezuelano chegou ao clube em 2012, mas não cumpriu todas as expectativas geradas com sua transferência. A Libertadores é uma boa oportunidade para mostrar serviço, colocando seu talento à prova. Baixinho e habilidoso, teve seu momento de estrelato com um gol “maradoniano” marcado contra o Aragua, no qual arrancou do meio de campo e driblou três adversários antes de concluir.

Ponto forte

A aclimatação à Libertadores. Poucos times estão tão acostumados a disputar a competição continental nos últimos anos quanto o Caracas, que vem para a sua décima participação consecutiva – apenas Nacional (16ª) e Libertad (11ª) acumulam sequências maiores. É verdade que os desempenhos recentes no torneio deixam a desejar, com a última aparição nos mata-matas tendo acontecido em 2009. De qualquer forma, não há qualquer pressão sobre os Rojos del Ávila, o que dá mais confiança para atuarem como franco-atiradores.

Ponto fraco

A inconstância do time. Ao longo dos últimos meses, o Caracas alternou momentos imbatíveis com jejuns de vitórias. E o início de 2013 tem sido marcado pela baixa da equipe, que empatou nas quatro primeiras rodadas do Campeonato Venezuelano até comemorar a primeira vitória. Uma das razões pela baixa produtividade é a perda do artilheiro Fernando Aristeguieta, de 20 anos, que foi emprestado ao Nantes. Sem a referência, o time marcou apenas três gols nas cinco primeiras rodadas do nacional.

Até onde pode ir

Fica na fase de grupos. Apesar da experiência, não superará Fluminense e Grêmio

Time base

Caracas campinho

Técnico: Ceferino Bencomo

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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