América do SulLibertadores

Grupo 7: Universidad de Chile

UNIVERSIDAD DE CHILE

Club Universidad de Chile
Como chegou à Libertadores: campeão do Apertura chileno
Melhor campanha: semifinal (1970, 1996, 2010 e 2012)
Campanha em 2012: semifinal

Destaque

Charles Aránguiz. Um dos poucos protagonistas a não entrar na debandada recente, o meio-campista continua sendo fundamental na engrenagem do time, combinando predicados na marcação e na saída de bola. Com Sampaoli, o jogador de 23 anos era mais exigido pela intensidade proposta por La U. Agora, seu papel se concentra na cadência de jogo, embora ainda tenha espaço para apoiar o ataque. No entanto, precisa deixar para trás os problemas recentes com contusões.

Ponto forte

A capacidade de renovação. Além do futebol ofensivo, outro pilar do sucesso recente dos Azules foi a competência para lançar jogadores. La U é dotada de uma categoria de base excelente e também tem conseguido garimpar talentos em outros clubes chilenos. A geração atual pode não causar tanto impacto, mas tem qualidade para crescer. O zagueiro Igor Lichnovsky e os meio-campistas Nicolás Maturana e Sebastián Martínez, que se destacaram no Campeonato Sul-Americano Sub-20 com o Chile, são os próximos da linhagem.

Ponto fraco

A incerteza. A Universidad de Chile que encantou o continente aos poucos foi se desmanchando, com o fim do ciclo definido pela saída de Jorge Sampaoli para a seleção chilena. Embora tenha um perfil parecido com o de seu antecessor, Darío Franco está longe de conseguir a mesma eficiência em campo. Menos voraz e prezando mais pela posse de bola, a equipe tenta encontrar um novo estilo, mas tem dificuldades para emendar uma boa sequência. E, para piorar, as lesões também têm atrapalhado bastante.

Até onde pode ir

Mata-matas. La U ainda merece respeito, mas vai ter dificuldades para avançar às oitavas. Não apenas pela fase atual, mas também pela dificuldade imposta por Olimpia e Newell’s.

Time base:

Universidad de Chile campinho

Técnico: Darío Franco

 

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Foto de Leandro Stein

Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreveu na Trivela de abril de 2010 a novembro de 2023.

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