América do SulLibertadores

Grupo 5: Millonarios

MILLONARIOS

Millonarios Fútbol Club
Como chegou à Libertadores: campeão do Finalización colombiano
Melhor campanha: semifinal (1960, 1973 e 1974)
Campanha em 2012: não participou

 

 

Destaque

Wason Rentería. O rodado atacante reencontrou a boa forma no Millonarios, combinando mobilidade e qualidade na definição em um esquema tático que garante liberdade aos homens de frente. Se não pode mais reeditar a parceria com Wilberto Cosme, vendido ao Querétaro, o colombiano deixou boa impressão nos primeiros testes ao lado de Fredy Montero, trazido por empréstimo do Seattle Sounders. Com um companheiro sem tanta presença física, a tendência é que Rentería centralize um pouco mais.

Ponto forte

A compactação do time. Armado em um esquema 4-4-2 pelo técnico Hernán Torres, o Millonarios se protege através da aproximação das linhas formadas por defensores e meio-campistas quando a equipe está sem a bola. Com a posse, os meias têm espaço para avançar, mas os laterais ficam mais contidos. O sistema ajuda a sustentar bons números à meta defendida por Luis Delgado, com média de 0,65 gols sofridos no Torneio Finalización. Uma das peças fundamentais na engrenagem é o zagueiro Román Torres, no clube há seis meses.

Ponto fraco

O peso de voltar à Libertadores. Maior campeão colombiano, o Millonarios sofria a pressão de 24 anos sem vencer o título nacional. Agora, o clube precisa quebrar as expectativas sobre seu retorno ao torneio continental, do qual estava afastado desde 1997. Ao menos a participação na última Copa Sul-Americana tira um pouco da pressão. Os albiazules eliminaram Palmeiras e Grêmio e só caíram nas semifinais, contra o Tigre, quando utilizaram time misto para priorizar o Finalización.

Até onde pode ir

Mata-matas. Deve disputar o segundo lugar do grupo com o Tijuana. Depois disso, o que vier é lucro

Time base

Millonarios campinho

Técnico: Hernán Torres

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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