América do SulLibertadores

Grupo 2: Libertad

LIBERTAD

Club Libertad
Como chegou à Libertadores: Campeão do Clausura 2012
Melhor campanha: Semifinalista (1977 e 2006)
Campanha em 2012: Quadrifinalista (6º colocado)

 

 

Destaque

Pablo Velázquez. Autor de 19 gols na temporada passada, o grandalhão Velázquez é o destaque e esperança do Libertad. Como o time tem vocação defensiva de redução de espaços e recomposição rápida, a bola parada e os cruzamentos na área serão bastante utilizados. Ter um cara de 1,92 m na área é bom. Quando ele é goleador então…

Ponto forte

Aplicação tática. Nenhum clube da América do Sul aplica há tanto tempo e tão bem o 4-4-2 em duas linhas como o Libertad. O elenco muda, o técnico muda, mas a filosofia de jogo não. Para 2013 o desenho ganha toques de arte final com Guiñazu chegando para ser a cereja de um bolo que já tem Sergio Aquino no meio, Pedro Benítez e Samúdio na defesa e uma dupla de ataque ideal: o pivô Velázquez e o habilidoso Nuñez.

Ponto fraco

Criatividade. Não há muito jeito. Um time extremamente aplicado do ponto de vista tático tem um custo; no caso a criatividade. Para bancar um 4-4-2 funcional e com ocupação de espaços o Libertad tem que abrir mão de um jogador cerebral ou driblador pelo bem do conjunto. Desta maneira o Gumarelo não tem ninguém capaz de um lance rompedor de defesas ou algo do tipo.

Até onde pode ir

Semifinal.

Time base

Libertad

Técnico: Rubén Israel

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Foto de Anderson Santos

Anderson Santos

Membro do Na Bancada, professor da Unidade Educacional Santana do Ipanema da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), doutorando em Comunicação na Universidade de Brasília (UnB) e autor do livro “Os direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro de Futebol” (Appris, 2019).

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