América do SulLibertadoresMéxico

Grupo 1: Toluca

TOLUCA

Deportivo Toluca Fútbol Club
Como chegou à Libertadores:  primeiro colocado do Apertura mexicano
Melhor campanha: oitavas de final (2007)
Campanha em 2012: não participou

 

 

Destaque

Lucas Silva. O meio-campista não deixou muitas saudades em sua passagem pelo Botafogo, em 2009, mas mantém a fama no futebol mexicano. O jogador de 28 anos está no Toluca desde julho e se adaptou rapidamente ao time. O brasileiro fecha o lado direito, combinando vigor físico e qualidade no apoio. Além de ser o líder de assistências do time, também aparece com frequência para concluir a gol, sendo uma arma no jogo aéreo.

Ponto forte

O meio de campo. O Toluca não inspirava muita confiança no Apertura, após passar por diversas mudanças no elenco, mas foi a partir do setor que o time se reinventou. Os Rojos contam com potência e qualidade técnica para dominar a intermediária. Wilson Mathias e Xavier Baez dão o equilíbrio na cabeça de área, enquanto Carlos Esquivel e Lucas Silva mantém a consistência entre apoio e proteção pelos lados. E, geralmente armada na 4-4-1-1, a equipe conta com o veterano Sinha para ditar o ritmo e coordenar as subidas ao ataque.

Ponto fraco

A falta de profundidade do elenco. O técnico Enrique Meza não possui opções numerosas à disposição, variando pouco o time titular ao longo do Apertura. Dividindo as atenções entre a Libertadores e o Campeonato Mexicano, os Rojos tendem mandar a campo um time bastante descaracterizado na competição continental quando o calendário apertar. O único setor onde há um pouco mais de variabilidade é o ataque, embora o paraguaio Edgar Benítez não tenha convencido desde a sua chegada e alternado com Luis Tejada no setor.

Até onde pode ir

Fica na primeira fase. Em um grupo relativamente complicado, precisa de dedicação para avançar. Resta saber se é possível esperar tanto

Time base

Toluca campinho

Técnico: Enrique Meza

VOLTAR AO GUIA

Mostrar mais

Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

Artigos relacionados

Botão Voltar ao topo