América do SulLibertadores

Grupo 1: Nacional

NACIONAL

Club Nacional de Football
Como chegou à Libertadores: Campeão uruguaio
Melhor campanha: Campeão (1971, 1980, 1988)
Campanha em 2012: Fase de grupos

 

 

Destaque

Gonzalo Bueno. Aos vinte anos, o jovem atacante uruguaio do Nacional promete levar muito perigo aos defensores rivais. Com seis gols na Primeira Divisão local, Bueno é o toque de juventude no ataque do Bolso e poderá fazer dupla com Loco Abreu, que retorna ao clube após oito anos. Outros destaques poderiam ser Maximiliano Calzada (lesionado até o segundo semestre de 2013) e o próprio Recoba, que apronta uma vez ou outra. Atenção ao recém chegado Juán Albín, emprestado pelo Espanyol.

Ponto forte

A bola parada. Comandados em campo pelo veteraníssimo Recoba, o meio campo do Nacional tem uma boa interação com o ataque e esbanja qualidade com a bola nos pés. O perigo vem nas jogadas ensaiadas e escanteios. Inclusive, no amistoso do Bolso contra o Argentinos Juniors, Recoba marcou um gol olímpico, seu terceiro em seis meses. Em faltas, o perigo é ainda maior para os adversários.

Ponto fraco

Média alta de idade. A experiência de grande parte do elenco pode ser uma coisa positiva para o Bolso nesta Libertadores. A espinha dorsal da formação de Gustavo Díaz já passou da faixa dos 30 há muito tempo. É o exemplo de Scotti (37), Lembo (34), Curbelo (33), Damonte (31), Recoba (36), Abreu (36), Vicente Sánchez (33), Iván Alonso (33) e Taborda (31). Será que eles ainda têm fôlego?

Até onde pode ir

Não deverá passar das oitavas.

Time base

Nacional Campinho

Técnico: Gustavo Díaz

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Felipe Portes

Felipe Portes é zagueiro ocasional, cruyffista irremediável e desenhista em Instagram.com/draw.portes

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