América do Sul

Fábio não pensa em revanche contra Estudiantes

O goleiro Fábio deu entrevista coletiva na manhã desta segunda-feira, em São Paulo, no lançamento das novas chuteiras e luvas da Umbro, patrocinadora do jogador, e falou sobre a expectativa da estreia na Libertadores, contra o Estudiantes, no próximo dia 16.

Fábio disputa sua quarta Libertadores seguida pelo Cruzeiro em 2011. O adversário da estreia é o mesmo de 2009, o Estudiantes, time contra quem o Cruzeiro acabou decidindo – e perdendo – a final daquele ano. “Em 2009, o Estudiantes também foi o primeiro jogo. Tem que saber se preparar”, disse o goleiro.

Apesar da derrota de 2009 ter sido dolorosa, Fábio pretende se preocupar apenas com a edição de 2011. “Não, não penso em revanche de 2009. Temos que começar bem. É bom começar jogando em casa, na Argentina seria mais difícil”, contou. “Os times mudaram pouco. Isso gera um equilíbrio. Temos o torcedor mais próximo em Sete Lagoas”.

O goleiro considera que o elenco do Cruzeiro é bom e suficiente para a disputa da Libertadores. “Nossa equipe está bem equilibrada em todas as posições, temos muito entrosamento por jogarmos muito tempo juntos”, disse o jogador.

Sobre os adversários do grupo, Fábio afirmou que as viagens (para o Paraguai enfrentar o Guarany, Argentina para enfrentar o Estudiantes e Colômbia para enfrentar o Tolima) não serão um problema. “Teremos essa viagem à Colômbia, mas nada que assuste”, disse.

Fábio comentou sobre a eliminação do Corinthians, que iria para o grupo do Cruzeiro se passasse pelo Tolima. “O Corinthians não fez um bom resultado em casa. Não conseguiu também marcar um gol no início da partida da volta, que teria um impacto psicológico no jogo”, disse.

A equipe colombiana, melhor colocada na soma dos dois turnos do Campeonato Colombiano de 2010, recebeu elogios de Fábio. “Tivemos a oportunidade de ver uma equipe taticamente. Temos jogadores que mostraram qualidade”, analisou o goleiro.

O goleiro da Raposa lamentou ainda não poder jogar no Mineirão, fechado para reformas para a Copa do Mundo. “O Mineirão sempre foi uma opção calorosa, as dimensões do campo favoreciam. Mas o ano passado foi importante para nos adaptarmos [a jogar em Sete Lagoas]. Conseguimos bons momentos no Brasileiro de 2010 e acabamos como vice-campeões”, contou.

Sobre Seleção Brasileira, o goleiro disse que não sabe por que foi deixado de lado, mas respeita a opção de cada treinador. “Nunca sabemos o que se passa com, os treinadores. A opção deles tem que ser respeitada. Eu tive a chance com o Dunga no começo, mas depois não sei por que não tive mais”, revelou o camisa 1 celeste.

Perguntado se a posição é de confiança do treinador, Fábio respondeu: “O goleiro é cargo de confiança sim. Tem que passar confiança para o treinador e para o time”, declarou.

Foto de Equipe Trivela

Equipe Trivela

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