ESPECIAL: As nove finais do Boca na Libertadores

Ao se classificar para a final da Copa Libertadores, o Boca Juniors igualou um recorde histórico do torneio: chegou pela décima vez na decisão, mesma marca alcançada pelo Peñarol em 2011. Nas nove finais anteriores, os xeneizes venceram seis, e se derrotarem o Corinthians, se igualam ao Independiente, maior vencedor da história da Libertadores com sete conquistas. Confira como foram as nove finais anteriores do Boca Juniors.
1963: Enfrentou o Santos, campeão do ano anterior, e perdeu os dois jogos, por 3 a 2 no Maracanã e 2 a 1 na Bombonera. Pelé, aos 37 minutos do segundo tempo, fez o gol do título santista, e como consolo, o Boca teve o artilheiro do torneio: José Sanfilippo, com sete gols.
1977: O Cruzeiro, campeão em 1976, foi o adversário. Após vitória na Bombonera por 1 a 0 e derrota no Mineirão pelo mesmo placar, foi necessário um jogo extra em Montevidéu, que terminou empatado por 0 a 0. Nos pênaltis, o Boca venceu por 5 a 4 e conquistou seu primeiro título.
1978: O bicampeonato veio na final contra o Deportivo Cali em dois jogos. Um empate sem gols e uma vitória por 4 a 0 com dois gols de Hugo Perotti, pai de Diego Perotti, atualmente meia-atacante do Sevilla. O detalhe é que o técnico da do Deportivo Cali era Carlos Bilardo, que viria a ser campeão mundial com a seleção argentina em 1986.
1979: Bicampeão e favorito, o Boca enfrentou o Olimpia, time forte que era a base da seleção paraguaia campeã da Copa América do mesmo ano. Em assunção, vitória do Olimpia por 2 a 0, e o empate sem gols no jogo de volta acabou com o sonho xeneize de conquistar o tri.
2000: O adversário era o Palmeiras, campeão em 1999. Após empates por 2 a 2 na Bombonera e 0 a 0 no Morumbi, o Boca foi campeão pela terceira vez nos pênaltis, vencendo por 4 a 2. Brilhou a estrela do goleiro Óscar Córdoba.
2001: O bi veio diante do Cruz Azul, do México. Na decisão, uma vitória por 1 a 0 para cada equipe fora de casa. Nos pênaltis, novo triunfo do Boca, desta vez por 3 a 1.
2003: O Santos de Diego e Robinho chegava invicto à final, mas sucumbiu ao talento de um time comandado por Carlos Tevez. No fim, duas vitórias do Boca, por 2 a 0 na Argentina e 3 a 1 no Morumbi.
2004: Favoritíssimo ao bi, o Boca chegou à decisão contra o Once Caldas, surpresa do torneio. Após empates por 1 a 1 e 0 a 0, o time colombiano levou a melhor nos pênaltis vencendo por 2 a 0, com destaque para o folclórico goleiro Juan Carlos Henao.
2007: A mais fácil das conquistas. Contra o Grêmio então comandado por Mano Menezes, o Boca fez 3 a 0 na Bombonera com direito a show de Riquelme, autor dos dois gols do triunfo por 2 a 0 no jogo de volta em Porto Alegre.



