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No mesmo dia, o futebol viveu dois dos gols de bicicleta mais fantásticos dos últimos tempos

Dominar a nobre arte da bicicleta não é simples. Além de habilidade, é preciso coragem para executar a acrobacia. Não só pelo medo de se esborrachar de costas no chão, mas também pelo risco que a jogada representa. No entanto, quando se acerta o movimento perfeito, há um gol para ser lembrado por muito tempo. Como dois que aconteceram nas últimas 24 horas, entre a América do Sul e a Europa.

No Paraguai, Richard Ortíz virou a bike para abrir a vitória do Libertad sobre o Deportivo Santaní por 3 a 0. Destilou seu talento ao dominar a bola na entrada da área e prepará-la meticulosamente para fuzilar. Diferentemente do que fez Armin Hodzic, na goleada do Dinamo Zagreb sobre o Inter Zapresic por 5 a 1. Com a bola em velocidade, o artilheiro pegou o tempo perfeito para completar o movimento mortal, no primeiro de seus três gols na tarde.

Golaços de um mesmo gênero, mas diferentes. Ambos, dignos de serem indicados ao Prêmio Puskás. Qual você escolheria?

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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