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Em busca do estrelato: 10 jogadores para ficar de olho na Libertadores 2017

Com a Conmebol Libertadores prestes a começar, chegou a hora de destacarmos 10 jogadores promissores que estarão na disputa. Alguns deles são ainda muito jovens e talvez tenha pouca (ou nenhuma) chance de aparecer, mas já estão no elenco e podem pintar como alternativas. Outros já são titulares e fundamentais para o seus times, mesmo sem muita idade.

Carlos Cuesta, 18 anos, Atlético Nacional
Carlos Cuesta, do Atlético Nacional
Carlos Cuesta, do Atlético Nacional

Completará 18 anos neste dia 9 de março e é um dos jogadores promissores do campeão Atlético Nacional. É jogador da seleção colombiana sub-20, começou como volante, mas foi recuado para a zaga. Jogou duas partidas pelo clube até aqui, sendo uma pela Sul-Americana e outra pelo Campeonato Colombiano. É um reserva, mas se pintar no time, fique ligado nesta promessa.

Gastón Guruceaga, 21 anos, Peñarol
Gastón Guruceaga, goleiro do Peñarol
Gastón Guruceaga, goleiro do Peñarol

Jogou o Sul-Americano e o Mundial sub-20 pelo Uruguai em 2015 e se tornou titular do Peñarol também. Mais do que isso: ele é o capitão do time, mesmo tendo só 21 anos. Esteve na lista preliminar de convocados do Uruguai para a Copa América Centenário, em 2016, mas acabou cortado. É um jogador promissor e já líder, mesmo muito jovem. Com 1,94 metro de altura e canhoto, o goleiro já tem um título como titular: o Torneo Clausura de 2015. Diante do seu sucesso, a diretoria do clube chegou a dizer em agosto de 2016 que o goleiro era “intransferível”.

César Huanca, 15 anos, Deportes Iquique
César Huanca, do Deportes Iquique
César Huanca, do Deportes Iquique

“Quero ser como Lewandowski”. Essa é a frase de César Cuenca, o mais jovem inscrito na Libertadores. Com 15 anos, ele é destaque da base do Deportes Iquique e o mais jovem a jogar no clube. Foi em julho de 2016, em jogo pela Copa do Chile contra o San Marcos Arica, quando recém tinha completado 15 anos (fará 16 no dia 4 de junho). Foi inscrito no clube chileno na Libertadores com a camisa 9, mas isso não significa que ele deve jogar. De qualquer forma, é para ficar de olho no garoto, que já jogou pela seleção sub-15 e sub-17 do Chile.

Jesús Medina, 19 anos, Libertad
Jesús Medina, do Libertad
Jesús Medina, do Libertad

Com 19 anos, Jesús Medina já tem algum tempo de experiência de profissional. O meio-campista, que é canhoto, estreou no time principal em 2012, aos 15 anos, mas foi só em 2016 que começou a ganhar chances mais constantes. Inclusive marcou o seu primeiro gol, no dia 21 de fevereiro. Esteve inclusive na lista inicial da seleção paraguaia para a Copa América Centenário, mas foi cortado. Habilidoso, sabe fazer assistências e arrisca chutes de longe.

Lincoln, 18 anos, Grêmio
Lincon disputa a bola em jogo contra o Toluca na Libertadores 2016 (Photo by Lucas Uebel/Getty Images)
Lincon disputa a bola em jogo contra o Toluca na Libertadores 2016 (Photo by Lucas Uebel/Getty Images)

O meia é observado há algum tempo pelos grandes clubes europeus e o Grêmio o mantém no time acreditando no potencial do garoto. Meia, canhoto, jogou por seleções de base e começa como uma opção para o treinador Renato Portaluppi. Foi o jogador mais jovem a marcar um gol na Libertadores pelo tricolor gaúcho, no dia 15 de março de 2016, contra o San Lorenzo. Com a ausência prolongada de Douglas, o meia mais criativo do elenco, Lincoln se torna uma opção para a posição, que está sendo ocupada por Miller Bolaños.

Rodrigo Amaral, 19 anos, Nacional (URU)
Rodrigo Amaral, do Nacional
Rodrigo Amaral, do Nacional

É chamado de media punta, um meia atacante que chega muito ao ataque e marca muitos gols. Rodrigo Amaral se tornou conhecido no Nacional por ser um dos maiores artilheiros das categorias de base. Ele sabe, porém, que no profissional a coisa é diferente. Pode atuar como meia atacante, ponta e até atacante centralizado. Em 2015, se profissionalizou pelo clube e, no mesmo ano, e foi capitão da seleção sub-20 do Uruguai. Pode pintar em alguns dos jogos da primeira fase.

Santiago Ascacibar, 20 anos, Estudiantes

Volante, camisa 5 e um jogador bastante promissor. Esteve na seleção olímpica argentina no Rio, em 2016. Tornou-se titular do Estudiantes em 2016 e um jogador muito promissor, pensando inclusive em seleção. Tem como característica o desarme, uma marcação muito forte e interceptações. Tem vigor físico e muita velocidade, o que é um trunfo em seu jogo.

Sebastian Driussi, 21 anos, River Plate
Sebastián Driussi, do River Plate
Sebastián Driussi, do River Plate

O camisa 11 do River Plate é um jogador para ficar de olho. Aos 21 anos, é alvo de times do exterior, como o Tottenham, que monitora a situação do atacante. É muitas vezes titular do River e deve ser uma das armas do time. Pode atuar tanto pelas pontas quanto pelo meio do ataque. Atuou pela seleção sub-17 e sub-20 e em 2016 marcou 10 gols em 16 jogos. Sua melhor posição é no centro do ataque e pelo seu excelente desempenho, o técnico Marcelo Gallardo mudou o esquema para jogar com dois jogadores no ataque. Deve ser um jogador muito utilizado.

Vitinho, 18 anos, Palmeiras
Vitinho, do Palmeiras
Vitinho, do Palmeiras

Revelação das categorias de base do Palmeiras, Vitinho é um jogador que chama a atenção desde muito cedo. Ganhou espaço, acabou inscrito no Campeonato Paulista, que restringe o número de inscritos até 28 jogadores. Na Libertadores, também ganhou um lugar. Pode atuar pelos lados do campo como um dos atacantes ou até mesmo como um jogador de lado de campo no meio-campo. No farto elenco do Palmeiras, é difícil ter espaço, mas brigará por um lugar ao sol. E tem talento para isso.

Felipe Vizeu, 19 anos, Flamengo
Felipe Vizeu, do Flamengo
Felipe Vizeu, do Flamengo

O atacante é reserva, mas já mostrou que é capaz de marcar gols e de fazer boas jogadas. Jogador da seleção sub-20, ganhou espaço e é possível que seja o reserva direto de Paolo Guerrero, embora tenha Leandro Damião no elenco. É um jogador promissor que pode render muito ao Flamengo como substituto de Guerrero.

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Felipe Lobo

Formado em Comunicação e Multimeios na PUC-SP e Jornalismo pela USP, encontrou no jornalismo a melhor forma de unir duas paixões: futebol e escrever. Acha que é um grande técnico no Football Manager e se apaixonou por futebol italiano (Forza Inter!) desde as transmissões da Band. Saiu da posição de leitor para trabalhar na Trivela em 2009.

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