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Dez encontros do passado que se repetirão nos mata-matas da Libertadores e da Sul-Americana

Com destaque ao Nacional x Peñarol na Copa Sul-Americana, são vários os jogos repletos de história

Os mata-matas da Copa Libertadores e também da Copa Sul-Americana foram sorteados nesta terça-feira. E as expectativas são imensas, pelo peso de alguns confrontos. Serão bons jogos na Libertadores, com alguns duelos entre antigos campeões. Ainda assim, nada se compara ao Nacional x Peñarol das oitavas da Sula, que de quebra ainda guardará Santos x Independiente. Abaixo, aproveitamos para relembrar dez confrontos do passado que serão reeditados nas duas competições.

Internacional x Olimpia (Libertadores 1989)

Um dos maiores embates do Internacional na história da Libertadores, e talvez o maior antes do título em 2006, aconteceu na semifinal de 1989. Treinados por Abel Braga, os colorados tinham a forte equipe vice-campeã brasileira em 1988. Taffarel e Nilson eram os dois grandes símbolos do time naquele momento. Enquanto isso, o Olimpia possuía uma equipe que logo se acostumaria a brigar pelo troféu na Libertadores naquela virada de década, com a presença estelar do goleiro Éver Hugo Almeida e Raúl Amarilla trazido de volta do Barcelona para brilhar no ataque. No banco, já estava o mítico Luis Cubilla.

O Inter venceu no Defensores del Chaco a ida das semifinais, por 1 a 0. Luís Fernando anotou um gol espetacular de meia bicicleta e Nilson ainda carimbou a trave no fim. O épico, de qualquer forma, aconteceu mesmo no Beira-Rio. O Olimpia deu a volta por cima, com o triunfo por 3 a 2. Alfredo Mendoza abriu o placar para os paraguaios, Dacroce empatou e Amarilla garantiu a vitória parcial antes do intervalo. Luís Fernando igualou de novo no início do segundo tempo e Nilson poderia ter virado, mas Éver Hugo Almeida defendeu um pênalti do atacante. Assim, Gustavo Neffa recolocou os olimpistas à frente. Em tempos nos quais não existia gol qualificado na Libertadores, o Inter ganhou uma nova chance nos pênaltis. Então, brilhou a cátedra do veterano Almeida, que parou Leomir e confirmou a classificação. Na final, o Olimpia perdeu para o Atlético Nacional exatamente nos penais, mas levaria a taça em 1990.

Atlético Mineiro x Boca Juniors (Libertadores 1978)

Atlético Mineiro e Boca Juniors até fizeram uma final continental em 1993, na extinta Copa Ouro, mas fica difícil ignorar o peso dos jogos pela Libertadores de 1978. Os xeneizes estavam sob as ordens de Juan Carlos Lorenzo e se viam prestes a celebrar o bicampeonato continental. Já os atleticanos desfrutavam de uma de suas gerações mais fortes, vice-campeã nacional meses antes. Reinaldo seria um desfalque sentido ao Galo, que ainda reunia gigantes como Toninho Cerezo, Paulo Isidoro, Marcelo Oliveira, Marinho e João Leite. O Boca, de qualquer maneira, também merecia respeito ao trazer Hugo Gatti, Rubén Suñé, Francisco Sá, Ernesto Mastrangelo, Hugo Perotti, Carlos Salinas e outros ídolos da Bombonera.

Por ser o atual campeão, o Boca Juniors entrou direto no triangular semifinal. O Atlético precisou passar pela primeira fase, na qual despachou o São Paulo e também os representantes chilenos, Unión Española e Palestino. Já na fase seguinte, além do encontro com os xeneizes, o Galo ainda pegaria o River Plate – ambos adversários do rival Cruzeiro nas finais anteriores. Os atleticanos receberam os boquenses pela segunda rodada, após o empate por 0 a 0 no Superclássico. E os alvinegros perderam por 2 a 1 no Mineirão. Miguel Bordón anotou os dois gols argentinos, ambos em cobrança de falta, enquanto Marcelo descontou numa noite de muitos tentos perdidos pelos mineiros. A situação do Galo se complicou um pouco mais ao perder na visita ao River. Já na Bombonera, o time se despediu da competição com a derrota por 3 a 1. Cerezo fez contra e, mesmo que Marinho tenha empatado, o Boca definiu o triunfo com Mastrángelo e Salinas na segunda etapa. Classificados à final, os xeneizes foram bicampeões em cima do Deportivo Cali.

Palmeiras x Universidad Católica (Libertadores 1968)

O Palmeiras foi um dos primeiros representantes brasileiros na Libertadores e se habituou a disputar o torneio durante a década de 1960. Na edição de 1968, os alviverdes cruzaram o caminho da Universidad Católica pela primeira vez. Os palmeirenses viviam a transição entre suas Academias, mas no ano anterior faturaram Taça Brasil e Robertão. Já os Cruzados vinham de um período relevante, no qual só conquistaram o Campeonato Chileno em 1966, mas acumularam cinco vices na liga. Dentro de campo, os palestrinos eram abrilhantados por Ademir da Guia, Djalma Santos, Valdir, Baldochi e outras feras. A Católica, por sua vez, trazia nomes de seleção como Alberto Fouilloux, Julio Gallardo, Daniel Díaz e Adán Godoy, bem como os argentinos Juan Sarnari e Néstor Isella.

Aqueles jogos valeram pela segunda fase da Libertadores, um triangular que definiria um dos classificados às semifinais. O Palmeiras não teve problemas para superar a Católica e também o Guaraní. Na primeira partida, dentro do Pacaembu, prevaleceu a goleada por 4 a 1, em noite orquestrada por Ademir da Guia – apontado pelos jornais da época como o melhor em campo. Tupãzinho marcou dois gols alviverdes, um deles em jogadaça de Ademir, enquanto Ademar Pantera e Rinaldo fecharam a conta. Já em Santiago, rolou outra vitória palmeirense. Dudu saiu do banco e garantiu o triunfo por 1 a 0. Classificado, o Palmeiras superaria o Peñarol na fase seguinte, antes de deixar a taça escapar na decisão contra o Estudiantes.

São Paulo x Racing (Amistoso 1967)

Antes da atual Libertadores, o São Paulo só encarou o Racing em amistosos. E o Tricolor chegou a desafiar a Academia em fevereiro de 1967, antes que os argentinos conquistassem a Libertadores e o Mundial. Não foi uma boa jornada dos são-paulinos em Avellaneda, em meio ao seu jejum de 13 anos: os racinguistas golearam por 4 a 1. Os paulistas contavam com bons valores, como Bellini, Roberto Dias, Picasso e Paraná. Porém, o Racing tinha uma equipe bem mais referendada, com Agustín Cejas, Roberto Perfumo, Alfio Basile, Norberto Raffo, Juan Carlos Cárdenas, João Cardoso e outros nomes históricos.

O São Paulo até equilibrou o primeiro tempo e abriu o placar, com Fefeu. Era uma partida bastante pegada e, no segundo tempo, o Racing partiu para cima em busca da vitória. Raffo anotou os dois gols que determinaram a virada, antes de completar sua tripleta. Já no fim, Cárdenas definiu a contagem. Na Libertadores de 1967, o Racing fez a mais longa campanha de um time vencedor, batendo o Nacional de Montevidéu na final. Depois, levaria a Copa Intercontinental contra o Celtic.

River Plate x Argentinos Juniors (1986)

Houve uma passagem de bastão na Libertadores de 1986. O Argentinos Juniors, campeão no ano anterior, seria eliminado pelo River Plate – que ficou com o troféu. Já tinha acontecido uma partida eletrizante em janeiro, pelo Campeonato Argentino, com vitória do River por 5 a 4. Na Libertadores, os confrontos se deram pelo triangular semifinal. E foi necessário um jogo-desempate para confirmar a vaga dos millonarios. Dirigido por Héctor Veira, o River tinha um timaço. A lista de destaques incluía Nery Pumpido, Oscar Ruggeri, Beto Alonso, Américo Gallego, Héctor Enrique e Antonio Alzamendi. Mas não que o Argentinos Juniors de José Yudica fosse tão inferior. O Bicho Colorado também estava repleto de jogadores da seleção – como Sergio Batista, Claudio Borghi e Jorge Olguín, além dos mais veteranos Enrique Vidallé e José Luis Pavoni.

Em teoria, o Argentinos Juniors se deu melhor no confronto direto. Depois do empate por 0 a 0 em La Paternal, conseguiu vencer por 2 a 0 em pleno Monumental. José Castro e Mário Videla anotaram os gols para o Bicho Colorado, ambos no segundo tempo. Só tinha um problema: naquele triangular, enquanto o River venceu as duas contra o Barcelona, o Argentinos Juniors perdeu em Guayaquil. Isso forçou o jogo extra, com os dois argentinos igualados em pontos, e a vantagem do empate aos millonarios por terem melhor saldo. No fim das contas, o empate por 0 a 0 bastou ao clube de Núñez. Ainda assim, seria um jogaço no campo neutro do Estádio José Amalfitani. Os dois times perderam várias chances, embora o Argentinos Juniors tenha lamentado mais – com duas bolas na trave e uma série de milagres do goleiro Pumpido. Na decisão, o River Plate derrotou o América de Cali e ergueu o inédito troféu.

Fluminense x Cerro Porteño (Copa Sul-Americana 2009)

O Fluminense passou pelo Cerro Porteño para voltar a uma decisão continental, em 2009. O Tricolor vinha do vice na Libertadores e viveria um 2009 oscilante, com os riscos de rebaixamento no Brasileirão. Na Copa Sul-Americana, ainda assim, os cariocas fizeram bom papel e conseguiram despachar o Ciclón com duas vitórias – a segunda com requintes de milagre. O Cerro, por sua vez, estava às vésperas de alcançar também a semifinal da Libertadores em 2010. De qualquer maneira, prevaleceria a sina dos azulgranas. Nomes como Diego Barreto, César Ramírez e Roberto Nanni apareciam do lado paraguaio. Já entre os brasileiros, Fred e Conca eram os astros de um Flu que ainda tinha Marquinho, Gum, Maicon Bolt e Mariano.

A ida aconteceu na Olla Azulgrana. O Fluminense dominou a partida desde o primeiro tempo, mas só garantiu a vitória por 1 a 0 aos 31 do segundo, num lance individual de Fred. Já a volta no Maracanã guardou bem mais emoção, com o triunfo tricolor por 2 a 1 resolvido só no fim. Aos sete minutos, Luis Cáceres abriu o placar ao Cerro. O Flu tentava evitar os pênaltis e parava no goleiro Barreto até os 47 do segundo tempo, quando Gum marcou o gol num chuveirinho. O zagueiro, aliás, jogava com a cabeça enfaixada após tomar uma cotovelada de Nanni. O tento já era suficiente ao time de Cuca, mas Alan determinou a virada num contra-ataque em que driblou o goleiro na intermediária. Logo depois, rolou uma pancadaria durante a comemoração. Na decisão, o Flu perderia o troféu mais uma vez diante da LDU Quito.

Santos x Independiente (Libertadores 1964)

O Santos x Independiente pelas semifinais da Copa Libertadores de 1964 pode ter diferentes nuances. Aos argentinos, aquele confronto é uma passagem de bastão. O Rojo derrotou os bicampeões do mundo com duas vitórias, iniciando a façanha em pleno Maracanã. O resultado referendou o clube de Avellaneda para conquistar o bicampeonato da Libertadores até 1965, iniciando sua trajetória dominante no continente. Ao lado brasileiro, porém, aquele jogo deixou um gosto bastante amargo – e não apenas pela decepção. Logicamente, o Peixe ficou devendo futebol e sucumbiu a um adversário forte. Contudo, o duelo é cercado de suspeitas quanto ao favorecimento dos oponentes. Denúncias foram feitas já na época e se reforçaram cinco décadas depois, com áudios de Julio Grondona admitindo a tramoia. O Santos não teve um pênalti marcado na ida e o Independiente viu vários impedimentos passarem batidos na volta.

Diante de 23 mil torcedores no Maracanã, o Santos precisou lidar com os desfalques na ida – em lista recheada que continha Pelé, Coutinho, Mengálvio e Mauro, todos lesionados. Mesmo assim, o time de Lula começou dominando a partida. Abriu dois gols de vantagem, graças a Pepe e Peixinho. Entretanto, o Rojo empatou ainda na primeira etapa, com Rodríguez e Bernao. Já no segundo tempo, os argentinos buscaram a virada por 3 a 2 no apagar das luzes, com Suárez. O segundo jogo imprimia uma pressão maior ao Santos. Ainda sem Pelé e os outros três contundidos, o time treinado por Lula teve que aturar o calor imposto por 70 mil em Avellaneda. Mori abriu o placar aos 36 minutos, pouco antes de Toninho Guerreiro deixar tudo igual. No segundo tempo, Gylmar se agigantou na meta santista, mas não teve o que fazer aos 23 do segundo tempo, quando Rodriguez anotou o gol da vitória por 2 a 1. Ao final, prevaleceu a cera e a violência, com Guzmán e Toninho expulsos por trocarem agressões. Na decisão, o Independiente derrotou o Nacional para conquistar a taça.

Athletico Paranaense x América de Cali (Libertadores 2005)

O Athletico Paranaense se cruzou com o América de Cali em duas oportunidades distintas na Libertadores, ambas pela fase de grupos. A primeira aconteceu em 2002, quando o Furacão seria goleado em uma das partidas contra os escarlatas e terminou na lanterna de sua chave. A volta por cima aconteceu em 2005, quando os rubro-negros passaram por cima dos Diablos Rojos para alcançar os mata-matas – em campanha que renderia a inédita final aos paranaenses. Edinho era o técnico athleticano em partidas que tiveram nomes como Fernandinho, Alan Bahia, Dênis Marques, Aloísio Chulapa, Cocito e Marcão em campo. Já o America reunia diversos jogadores que vieram atuar no Brasil depois – incluindo Julián Viáfara e David Ferreira, trazidos pelo próprio Athletico, além de Pablo Armero.

O primeiro encontro guardou uma categórica vitória do América por 3 a 1 no Estádio Pascual Guerrero. Ferreira marcou um dos gols, ao lado de Néstor Salazar e Leonardo Mina Polo. O tento do Furacão foi também de um colombiano, Vladimir Marín, numa linda cobrança de falta. Já no reencontro dentro da Baixada, o triunfo por 2 a 1 seria essencial para classificar o Athletico. Fabricio abriu o placar em outra falta e Jorge Banguero empatou antes do intervalo. Fernandinho até teve a chance do segundo, mas viu Viáfara defender sua cobrança de pênalti. O salvador foi o atacante Lima, que saiu do banco e determinou o triunfo aos 44 do segundo tempo. Os paranaenses terminariam um ponto à frente dos escarlatas e avançariam às oitavas na segunda posição, ao lado do Independiente Medellín. Só perderiam a final, contra o São Paulo.

Grêmio x LDU Quito (Libertadores 2013)

O Grêmio tinha passado pelas preliminares da Libertadores em 2013, quando os tricolores ainda conviviam com a incômoda seca de títulos além do Rio Grande do Sul. A LDU Quito se prometia uma adversária difícil, não apenas por ter desempenhos mais expressivos nos anos anteriores, como também por vir do vice na Copa Sul-Americana de 2011. Edgardo Bauza permanecia como treinador da Liga, embora Hernán Barcos tivesse saído. Aquela equipe reunia nomes como Alexander Domínguez, Néicer Reasco, Pablo Vitti e Enrique Vera. Já o Tricolor de Vanderlei Luxemburgo tinha uma série de medalhões. O time incluía nomes como Dida, Cris, Elano, Zé Roberto e Marcelo Moreno. Marcelo Grohe e Alex Telles estavam entre os mais jovens, assim como o recém-contratado Eduardo Vargas – algoz da LDU na Sula anterior.

A primeira partida aconteceu em Quito e a LDU se valeu da altitude, ganhando por 1 a 0 no Estádio Casa Blanca. O gol saiu apenas aos 31 do segundo tempo. Dida tinha saído pouco antes, lesionado, e Grohe saiu do banco para operar dois milagres logo em sua primeira participação. No segundo rebote do goleiro, porém, Carlos Feraud balançou as redes. O troco ficaria para a recém-inaugurada Arena, com o triunfo do Grêmio por 1 a 0. O gol decisivo seria uma pintura de Elano, mandando na gaveta aos 17 do segundo tempo. Já nos pênaltis, o Tricolor venceu por 5 a 4. Na primeira série de alternadas, Grohe pegou o tiro de Eduardo Morante com as pernas e botou os gremistas na fase de grupos. O Grêmio chegaria até as oitavas naquela Libertadores, superado pelo Independiente Santa Fe.

Peñarol x Nacional (Supercopa 1992)

Os duelos entre Peñarol e Nacional não são exatamente uma novidade nas copas continentais. Os rivais se enfrentaram 44 vezes, 38 delas pela Libertadores. Em tempos nos quais os times do mesmo país se pegavam na fase de grupos, os duelos eram bastante comuns, principalmente na década de 1970. Os gigantes se encararam em duas semifinais, inclusive. Em 1962, o bicampeão Peñarol levou a melhor, apesar da derrota para o Santos na final. Em 1969, o Nacional deu o troco, mas perderia a taça para o Estudiantes na decisão. A partir de então, os jogos se resumiriam à fase de grupos da Libertadores e da Mercosul. O último mata-mata veio na primeira fase da Supercopa de 1992. Tempos significativos, considerando que os dois últimos títulos dos gigantes na Libertadores eram recentes – o dos aurinegros em 1987 e o dos tricolores em 1988.

O Peñarol contava com Diego Aguirre no comando de seu ataque, herói de 1987. Diego Dorta, Andrés Martínez, Ramón Castro e Adrián Paz eram outros jogadores de seleção uruguaia, no grupo dirigido pelo ex-goleiro Roque Máspoli – técnico campeão em 1966. Já o Nacional, preservava o goleiro Jorge Seré, o meia Yubert Lemos e o capitão Hugo de León em relação a 1988, assim como o técnico Roberto Fleitas – que voltara após quatro anos. Chegaram depois bons talentos, como Gustavo Méndez, Álvaro Gutiérrez, Fabián O’Neill e o artilheiro Júlio César Dely Valdés. O Nacional, que tinha um time mais forte no papel, se classificou. O primeiro encontro no Centenario teve empate por 2 a 2. Pedro Pedrucci e Adrián Paz abriram vantagem aos carboneros, enquanto Dely Valdés e Edison Suárez buscaram o resultado aos tricolores. No reencontro, o próprio Suárez saiu do banco e garantiu o triunfo do Bolso por 1 a 0. Seriam dois expulsos pelos aurinegros naquela noite. O Nacional seria eliminado na fase seguinte, já que uma greve de jogadores impediu o duelo contra o Racing.

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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