Argentina

Simeone revela cobrança do pai: “Vou morrer antes de vê-lo treinar a Argentina?”

A seleção argentina passou pelas mãos de alguns treinadores recentemente e, em cada troca, o nome de Diego Simeone era mencionado. Apesar de ser um casamento natural em algum momento, Cholo continuou no Atlético de Madrid, e Jorge Sampaoli comandará Messi e companhia na Rússia. Um arranjo que não agradou a todos os Simeones do mundo.

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Em entrevista à emissora de televisão TyC Sports, o treinador colchonero afirmou que vem sofrendo pressão do pai para aceitar treinar o time nacional o mais rápido possível. “Meu velho tem 70 anos e, diante da situação que foi gerada de que poderia ser uma alternativa para a seleção, ele mesmo me dizia: ‘Escuta, vou morrer em 20 anos. Não vou vê-lo treinar a seleção?”, contou.

Por enquanto, Simeone ainda prefere ser treinador a selecionador. “Meu pensamento é que o técnico da seleção não precisa ser o melhor que treina naquele momento, tem que estar preparado, tem que ser o que conheça melhor os jogadores”, explicou Simeone, que disse não ter recebido nenhum contato da Federação Argentina para assumir o cargo.

Conhecido pela sua raça, Simeone vê um grande espírito de luta no atual elenco argentino. “Eles sentem a seleção como nós sentíamos. Sempre se fala dos jogadores, mas eles precisam do mais importante que existe no futebol, o apoio de fora. Aconteceu que eles não ganharam e não é fácil não ganhar. É isso que faz com que se sintam distantes”, encerrou.

Foto de Bruno Bonsanti

Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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