Argentina

Maradona: “doeu na alma ser chamado de traidor”

O técnico da seleção argentina, Diego Maradona, segue enfrentando problemas por causa da polêmica com o meia Juan Román Riquelme. Após o meia anunciar que não irá mais defender a equipe por causa do treinador, foi a vez da torcida do Boca Juniors se voltar contra “el Diez”. No último domingo, na vitória sobre o Argentinos Juniors por 3 a 0, algumas faixas foram levadas a La Bombonera acusando Maradona de traidor.

“Doeu na alma o fato de que alguém me chame de traidor, mas não posso fazer nada. Eu sei o que dei ao Boca Juniors, o que quero para o Boca e isso nunca mudará, digam o que digam”, afirmou. Ele completou que em breve irá ao estádio acompanhar algum jogo. “Em alguma partida que minha filha Dalma queira ir, irei com ela. Não tenho nada com a torcida do Boca. Estou atado dos pés as mãos porque não posso mais jogar com a camisa do Boca e isso é o que me limita. A última coisa que me passaria seria ter algum tipo de rancor com a torcida do Boca”.

Sobre o problema com Riquelme, Maradona voltou a se pronunciar. “O jogador sempre vai ter razão (nessas disputas), porque é ele que dá satisfações aos torcedores”, disse. “Sigo sendo torcedor do Boca, tenho o cargo de treinador da Argentina, convoquei três de seus jogadores e vieram dois – Juan Forlín e Sebastián Battaglia, isso é tudo que posso dizer”.

Para finalizar o asunto Riquelme, Maradona completou: “A torcida tem o direito de ficar ao lado quem ela quiser. Eu expliquei aos torcedores que eu chamei o Riquelme, mas parece que eles querem interpretar isso de outra maneira e eu não posso fazer nada, além de seguir o meu caminho”.

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