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Alianza Lima ficou 20 segundos parado para protestar contra a violência da sua própria torcida

Foi surpreendente a facilidade com a qual o Huracán goleou o Alianza Lima por 4 a 0, mesmo fora de casa, no jogo eliminatório da primeira fase da Libertadores. Os seus torcedores reagiram com violência. Agrediram jogadores e técnico. Em protesto, o time peruano ficou 20 segundos parado logo após o apito inicial da partida de volta (0 a 0), na última terça-feira, na Argentina.

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Primeiro, membros do grupo chamando Comando Sul foram para cima de Christian Cueva, Miguel Araujo e Víctor Cedrón, ainda em Lima . Os torcedores justificam que protestavam pacificamente quando foram agredidos pelos jogadores e apenas se defenderam. No desembarque em Buenos Aires, o técnico Guillermo Sanguinetti também enfrentou a violência da torcida.

Por isso, a decisão de protestar. Os jogadores simplesmente não se mexeram quando o Huracán moveu a boa. O time argentino, avisados ou não pelos colegas, não se aproveitou do protesto e ficou tocando a bola sem objetividade no campo de defesa. Quando o relógio chegou a cerca de 27 segundos, tudo voltou ao normal.

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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