Bundesliga

Subotic é um cara de sorte por receber tamanha festa no reencontro com a Muralha Amarela

Neven Subotic foi o grande personagem do jogo entre Borussia Dortmund e Colônia, neste sábado, pela Bundesliga. O zagueiro já apareceria naturalmente entre os destaques pela maneira como atuou. Emprestado pelos aurinegros, o defensor teve papel fundamental para segurar o placar zerado aos alvirrubros no Signal Iduna Park. Ainda assim, o melhor ficou para depois da partida. O sérvio recebeu muitos cumprimentos dos antigos companheiros e provocou uma enorme festa nas arquibancadas. Gratidão por quem fez tanto pelo clube nas oito temporadas anteriores.

O uniforme vermelho e a excelente exibição para frustrar o antigo time não impediram que a torcida do Dortmund aplaudisse Subotic. Aliás, a Muralha Amarela fez mais do que isso. Sozinho, o zagueiro comandou o tradicional grito de guerra da Südtribune, orquestrando a massa com seus braços. Cena que representa bastante o moral do jogador de 28 anos no Signal Iduna Park. Pela maneira como ele jogou no bicampeonato da Bundesliga e pela eterna encarada em Arjen Robben após o pênalti perdido em abril de 2012, é fácil de entender tamanha idolatria.

“Quando você é capaz de experimentar um momento como este, você pode se considerar extremamente sortudo. Meus oito anos no Dortmund foram afortunados e abençoados. É um laço que se manterá pelos próximos 100 anos. Eu me lembro de Dedê e Klopp, que eram tão adorados aqui. Só tenho que agradecer aos torcedores. Isso não pode ser exagerado. Eu simplesmente estou curtindo o momento”, declarou o zagueiro.

O empate garantiu o Dortmund na próxima edição da Liga dos Campeões, embora o Hoffenheim possa ultrapassar os aurinegros neste domingo, assumindo a terceira posição. Já o Colônia aparece na oitava colocação, brigando pela vaga na Liga Europa.

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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