Bundesliga

O craque é o grupo

Ano sim, ano não, o Bayern Munique era campeão alemão. As coisas funcionavam assim desde 2006, e volta e meia se repetem. Mas nas duas últimas temporadas um time de massa, bem treinado e com jogadores talentosos, resolveu desafiar e inverter essa lógica.

Difícil dizer quem é o craque do Borussia Dortmund. No início da Bundesliga passada, era Kagawa, mas ele se machucou. Depois, foi Sahin, mas ele saiu e Götze manteve o time no topo até se machucar. Sem ele, a equipe finalmente cairia, certo? Não. Voltou a vencer e está invicta na Bundesliga há 26 partidas. Mereceu o título com sobras.

O título, oitavo na história do clube, é também dos coadjuvantes. Sven Bender, Hummels, Subotic, Piszczek e Weidenfeller, goleiro subvalorizado e eficiente. É do artilheiro Lewandowski, do decisivo Perisic e dos bons reservas Leitner e Felipe Santana. E ratifica a ambição possível no momento, de consolidar o Borussia Dortmund como segunda maior equipe da Alemanha.

Não será mais possível, no entanto, fracassar novamente em uma competição europeia. É necessário que a equipe “tire as fraldas” de vez e encare os grandes do continente como enfrenta o Bayern Munique: no limite, segurando as pontas e fundamentalmente ganhando no final, sob pena de criar um estigma potencialmente prejudicial ao seu próprio crescimento.

Mas isso é papo para outro dia. O momento aurinegro é de festejar, seja aproveitando a abundância de cerveja que existe na Alemanha ou apenas comemorando em casa com a família. Ao Bayern Munique, resta a Liga dos Campeões e a Copa da Alemanha, e por motivos óbvios, a piadinha do sinal amarelo não pode ser feita.

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Equipe Trivela

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