Bundesliga

No encontro de Nagelsmann com sua futura torcida, o RB Leipzig celebrou o empate arrancado no final

Julian Nagelsmann possui o seu destino atrelado ao RB Leipzig, mas ainda conclui o seu trabalho à frente do Hoffenheim. Desde que sua contratação para a próxima temporada foi anunciada, o jovem treinador tem a curiosa missão de concorrer com os próprios Touros Vermelhos na Bundesliga. E nesta segunda-feira, o comandante do Hoffe ia deixando uma boa impressão na Red Bull Arena, até seu time ceder a alegria para a futura torcida nos minutos finais. O empate por 1 a 1 pode não ser o melhor resultado à equipe da Red Bull, mas a mantém na disputa por um lugar na próxima Liga dos Campeões – com Nagelsmann à frente.

Em um primeiro tempo de poucas emoções, o Hoffenheim saiu em vantagem. Andrej Kramaric anotou o primeiro aos 22 minutos. Joelinton tentou e parou no goleiro Peter Gulacsi, mas o companheiro estava atento para aproveitar o rebote. Sem Timo Werner no ataque, o Leipzig encontrava dificuldades para criar e só aumentou sua pressão apenas no segundo tempo. O goleiro Oliver Baumann ia acumulando boas defesas, sobretudo diante de Willi Orban e Matheus Cunha. Todavia, a insistência deu resultado aos 44. Marcel Halstenberg fez boa jogada pela direita e cruzou para Orban completar dentro da área. Valeu o empenho dos anfitriões, superiores na metade final da partida.

O RB Leipzig fecha a rodada da Bundesliga na quarta colocação. O time soma 42 pontos, quatro de vantagem na zona de classificação à Champions. Além disso, aparece apenas um atrás do Borussia Mönchengladbach, quarto colocado. O Hoffenheim, por sua vez, é o oitavo. O objetivo de Nagelsmann deve ser a vaga na Liga Europa. O clube está a três pontos de alcançar o Eintracht Frankfurt e entrar na zona de classificação. Não é o melhor cenário para o treinador, mas, diante das recorrentes mudanças no elenco, não deixa de ser um trabalho consistente.

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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