África

Pfister assina contrato com Camarões em meio a polêmica

A polêmica em torno da escolha de Otto Pfister como novo técnico da seleção de Camarões continua. Nesta quarta-feira, ele assinou um contrato de três anos com o Ministério dos Esportes do país. No entanto, a federação camaronesa (Fecafoot) não endossou o vínculo.

Augustin Edjoa, ministro dos Esportes de Camarões, afirmou que Pfister receberá um salário de US$ 41 mil mensais. O treinador já recebeu o pagamento adiantado de seis meses de trabalho. Ele não fazia parte de uma lista prévia com cinco nomes elaborada pela federação.

Mohammed Iya, presidente da Fecafoot, compareceu à cerimônia realizada em Yaoundé, mas a entidade não assinou contrato com o treinador. “Com ou sem vínculo com a federação, não há problema. Estou aqui para trabalhar e dar o meu melhor para o futebol camaronês 24 horas por dia”, afirmou Pfister.

Em meio à polêmica, o técnico anunciou que os Leões Indomáveis farão um estágio de preparação na Alemanha entre os dias 15 e 19. Pfister comandou a seleção togolesa em sua conturbada passagem pela Copa do Mundo. O técnico chegou a se desentender com alguns atletas, que reclamaram do pagamento de prêmios pela participação no Mundial e até ameaçaram não viajar para a disputa de um jogo no torneio.

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