Mesmo com protestos, técnico do Egito diz que fica
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O técnico da seleção do Egito está sob pressão. Nesta quinta-feira, Hassan Shehata teve de desmentir que deixará o comando da equipe. Os boatos devem-se às críticas a Shehata, por seu apoio e relação próxima com o ex-ditador do país, Hosni Mubarak, que renunciou na última semana.
Mesmo tendo recebido propostas de outros clubes da região do Golfo, Shehata assegurou que ficará na seleção egípcia. “Eu tenho grandes feitos com a seleção, já que venci três Copas Africanas. Não deixarei o time, e ficarei até o fim de meu contrato com a federação”, declarou Shehata, em entrevista ao jornal Al-Jareda, do Kuwait.
A despeito de o jornal omani Al-Shabiba ter dito que a federação do país estava em negociações com Shehata, o auxiliar Hamada Sedky também desmentiu o fato: “Ele não sairá, e completará seu acordo com a federação.”