Goleiro está morto, afirma atacante do Togo

O atacante togolês Jonathan Ayité declarou neste sábado que o goleiro reserva Kodjovi Obilalé foi um dos mortos no ataque à delegação da seleção do país no território angolano de Cabinda. Ayite disse à rádio francesa RMC que Obilalé foi uma das vítimas, a exemplo do motorista do ônibus, do auxiliar técnico Amalete Abalo e o assesor de imprensa Stanislas Ocloo.
A informação, no entanto, ainda não tem confirmação oficial por parte dos dirigentes togoleses. Obilalé foi transferido para o hospital Milpark, em Joanesburgo, para um tratamento urgente. Ele foi baleado e chegou ao hospital em estado grave, mas a situação parecia estar estabilizada.
O clube francês onde atua Obilalé, o Pontivy, afirmou que ele está vivo: “De acordo com as informação do técnico Alain Le Dour e do presidente Philippe Le Mestre, Kodjovi Obilalé não está morto, apesar das notícias veiculadas na internet, na rádio e na televisão, e foi transferido para a África do Sul”.
Segundo relato do médico Fraser Lamond, diretor médico da agência SOS Internacional, a lesão sofrida por Kodjovi Obilale foi “significativa”. Já o ministro das Comunicações de Angola, Manuel Rabelais, declarou em nota oficial que o goleiro sofreu uma lesão neurológica na região lombar.



