O grande assunto na fase de grupos da Libertadores, desde já, são os possíveis clássicos entre Corinthians x Palmeiras e Grêmio x Internacional – que dependem da sobrevivência de alvinegros e colorados nas fases preliminares da competição continental. Ainda assim, o sorteio realizado nesta terça-feira garantiu outras tantas histórias. Vários duelos possuem seu passado no torneio e serão reeditados.

Abaixo, contamos mais detalhadamente as histórias de 18 partidas que se repetirão na Libertadores 2020. Foram priorizados os embates mais importantes dentro de cada um dos confrontos – e o único duelo com dois vídeos é o Grêmio x América de Cali, repetido em duas semifinais distintas.

Além disso, os textos levam em conta apenas os jogos já confirmados na Libertadores 2020. Como Corinthians e Inter não sabem de imediato quais serão os seus oponentes, estão ausentes na lista. Vale ressaltar, ainda, que abrimos uma exceção a Athletico Paranaense e Santos. Seus jogos apresentados não aconteceram exatamente pela Libertadores, mas mereciam a lembrança.

Flamengo x Junior de Barranquilla (1984)

O duelo na semifinal da Copa Sul-Americana de 2017, com vitória do Flamengo nos dois jogos, permanece fresco na memória dos rubro-negros. No entanto, as duas equipes também se cruzaram pela Libertadores de 1984. O Fla vivia os últimos atos de seu maior esquadrão, já sem Zico, mas ainda com Júnior, Tita, Adílio, Andrade e outros craques. Pegaria o Atlético Junior de Didi Valderrama (primo de Carlos) e Patón Bauza na fase de grupos, em chave que também contava com Santos e América de Cali. A vitória por 2 a 1 na Colômbia foi essencial aos cariocas. Tita anotou o tento decisivo aos 33 do segundo tempo, depois que Edmar abrira o placar e Omar Galván empatara. No último minuto, o lendário Ubaldo Fillol ainda pegou um pênalti dos Tiburones. Já no Maracanã, o Flamengo entrou em campo classificado e venceu por 3 a 1, com três gols de Edmar. O Grêmio eliminaria os flamenguistas no triangular semifinal.

Palmeiras x Bolívar (1995)

Os embates aconteceram nas oitavas de final da Libertadores 1995, quando o Palmeiras bicampeão brasileiro encarou um Bolívar cheio de jogadores de seleção. Marco Sandy, Luis Cristaldo, Carlos Borja, Miguel Rimba e até o camaronês Thomas N’Kono vestiam a camisa celeste. Já os alviverdes tinham Rivaldo, Roberto Carlos, Flávio Conceição e grande elenco. Miguel Mercado garantiu a vitória por 1 a 0 em La Paz, num chute desviado que encobriu Velloso. Já na volta, o Palmeiras de Valdir Espinosa deu o trocou e venceu por 3 a 0. Válber abriu o placar no primeiro minuto, Rivaldo ampliou no início da segunda etapa e Válber, de novo, matou o jogo num contra-ataque durante os minutos finais. O Grêmio seria o algoz dos palestrinos nas insanas goleadas das quartas de final.

Palmeiras x Tigre (2013)

Tempos que o torcedor palmeirense nem gosta muito de se lembrar. Em 2013, o Palmeiras disputou a Libertadores enquanto estava na Série B. Sofreu, mas conseguiu a classificação aos mata-matas somando nove pontos na fase de grupos. O Tigre de Néstor Gorosito não era dos times mais vistosos, mas possuía alguns bons nomes, como Federico Santander e Lucas Orbán. Os argentinos ganharam em Buenos Aires por 1 a 0. Vilson foi expulso no fim, Kléber (ex-Galo e Porto) perdeu um gol feito logo depois e Gabriel Peñalba puniu os alviverdes com um tento aos 49 do segundo tempo. O troco da equipe de Gilson Kleina aconteceu no Pacaembu, uma semana após os 6 a 2 do Mirassol. Com 11 desfalques, o Palmeiras teve uma atuação aguerrida e venceu por 2 a 0, gols de Caio Mancha e Charles. Seria eliminado nas oitavas, pelo Tijuana.

Peñarol x Colo-Colo (1985)

Multicampeões em seus países, Peñarol e Colo-Colo só se cruzaram uma vez na história da Libertadores. Aconteceu em 1985, quando uruguaios e chilenos dividiram a mesma chave na primeira fase. Vencedor do torneio três anos antes, os aurinegros eram treinados por César Luis Menotti e contavam com diversos nomes da seleção uruguaia, como Mário Saralegui e Miguel Bossio. Venceriam as duas contra o Cacique, liderado por Carlos Caszely e que contava com Roberto Rojas no gol. Em Santiago, o ex-cruzeirense Herbert Revetria comandou a virada por 2 a 1 no segundo tempo, mesmo com uma expulsão do lado uruguaio. Já na volta, garantido no triangular semifinal, o Peñarol terminou de fazer o serviço vencendo por 3 a 1 em Montevidéu. Já em 1989, o Peñarol foi convidado para reinaugurar o reformado Estádio Monumental David Arellano. O Colo-Colo venceu por 2 a 1, gols de Marcelo Barticciotto e Leonel Herrera.

River Plate x São Paulo (2005)

Na riquíssima história do São Paulo na Copa Libertadores, a semifinal de 2005 aparece entre os jogos mais festejados pelo clube. O River Plate estava entalado na garganta dos tricolores desde a semifinal da Copa Sul-Americana de 2003, quando os argentinos avançaram nos pênaltis dentro do Morumbi, no famoso duelo que terminou em pancadaria. Já a resposta dos são-paulinos dois anos depois veio na bola. O River de Leonardo Astrada era forte, com Marcelo Salas, Marcelo Gallardo, Lucho González e Javier Mascherano. Não tanto quanto o São Paulo de Paulo Autuori, com Rogério Ceni, Fabão, Lugano, Júnior, Josué, Mineiro, Danilo, Luizão e Amoroso. Logo na ida, os tricolores conquistaram o essencial triunfo por 2 a 0. Danilo fez o primeiro num chute cruzado aos 32 do segundo tempo e Rogério ampliou de pênalti, aos 45. Já em Núñez, mais uma vitória, por 3 a 2. Danilo marcou o primeiro, antes de Ernesto Farías empatar. Rogério travava um duelo particular para conter os chutes de Gallardo, mas a classificação se desenhou na segunda etapa, quando Amoroso e Fabão alargaram a vantagem. Salas até descontou no final, o que não adiantou aos millonarios.

São Paulo x LDU (2004)

O São Paulo terminou na liderança do grupo na Libertadores 2004, mas levou a pior no confronto direto com a LDU. No primeiro jogo, os equatorianos atropelaram os visitantes em Quito, com o placar de 3 a 0. O time de Jorge Fossati possuía diversos destaques da seleção, incluindo Álex Aguinaga. Já os gols ficaram por conta de Diego Paredes, Giovanny Espinoza e Patricio Urrutia, todos nascidos em cruzamentos na área. No reencontro dentro do Morumbi, a equipe treinada por Cuca cumpriu a revanche. Foi uma partida pegada, com os dois times se estranhando. Grafite carimbou a trave por duas vezes no primeiro tempo. E na etapa complementar, Luis Fabiano garantiu o triunfo por 1 a 0, ao dar um toquezinho para encobrir o goleiro Jacinto Espinoza. O centroavante também acertou o travessão depois disso.

River Plate x LDU (1999)

O jogo mais frequente na Libertadores, entre os que se repetirão em 2020. River Plate e LDU Quito se encararam em quatro edições do torneio. A primeira aconteceu em 1978, com direito a uma goleada por 4 a 0 dos millonarios em Núñez. Os duelos mais parelhos vieram em 1999, pelas oitavas de final. Carlos Netto garantiu o triunfo do River por 1 a 0 em Buenos Aires, embora o time tenha atuado com um a menos durante boa parte do jogo. A equipe de Ramón Díaz possuía Javier Saviola, Juan Pablo Sorín, Pablo Aimar, Juan Pablo Ángel e grande elenco a seu serviço. Contudo, a LDU de Manuel Pellegrini reagiu em Quito e Luis Capurro assegurou o triunfo por 1 a 0 já no apagar das luzes. A decisão ficou para os pênaltis e Roberto Bonano pegou a cobrança de Alex Escobar, que deu o triunfo aos argentinos por 5 a 4. Seis anos depois, nas oitavas de final de 2005, de novo o River Plate se deu melhor contra a LDU, apesar da derrota no Equador. Já na fase de grupos de 2007, dois empates.

América de Cali x Universidad Católica (1993)

Os duelos entre América de Cali e Universidad Católica já tiveram contornos de rivalidade nos anos 1990. Os primeiros encontros aconteceram na fase de grupos de 1986, quando o timaço dos Diablos Rojos bateu os Cruzados duas vezes. Já entre 1992 e 1993, foram mais dois embates pelos mata-matas. O América levou a melhor nas oitavas de 1992. Após o empate em Santiago, o uruguaio Jorge da Silva determinou a classificação em Cali. A revanche da Católica aconteceu nas semifinais de 1993. Ricardo Lunari abriu a série no Chile com o triunfo dos anfitriões por 1 a 0. Já na volta, o América de Pacho Maturana tentou impor sua força. Javier Ferreira e Anthony de Ávila marcaram dois gols em 15 minutos, provando o potencial do time que era uma das bases da seleção colombiana – ainda com Leonel Álvarez e Freddy Rincón. Contudo, os chilenos reagiram. Juan Almada descontou aos 34 e Lunari fez o gol da classificação aos 42 do segundo tempo. Antes do fim, o goleiro Oscar Wirth ainda pegaria um pênalti do colombiano Alex Escobar (sim, o mesmo da LDU) e confirmaria o empate por 2 a 2. A Católica seria vice-campeã, derrotada pelo São Paulo na final.

Grêmio x Universidad Católica (2011)

O futebol brasileiro viveu uma de suas noites mais terríveis na Libertadores em 4 de maio de 2011, quando quatro representantes do país foram eliminados nas oitavas de final. E naquela rodada histórica, a Universidad Católica se responsabilizou por despachar o Grêmio. Treinados por Juan Antonio Pizzi, os Cruzados venceram já dentro do Olímpico. Borges foi expulso ainda no primeiro tempo e Douglas até chegou a empatar aos gremistas com um golaço, mas Lucas Pratto anotou os tentos dos chilenos no triunfo por 2 a 1. Já em Santiago, o empate prevalecia até os 40 do segundo tempo, quando Milovan Mirosevic confirmou a vitória dos anfitriões por 1 a 0. Treinados por Renato Portaluppi, os tricolores tinham Marcelo Grohe e Mário Fernandes em campo, mas também Vilson, Júnior Viçosa e Lins. O troco veio na fase de grupos de 2019, sobretudo com a vitória por 2 a 0 na Arena, que ajudou na classificação do Grêmio aos mata-matas.

Grêmio x América de Cali (1983 e 1996)

O América de Cali está na história do Grêmio, pelo bem e pelo mal. Em 1983, os Diablos Rojos marcaram o caminho tricolor na conquista inédita da Libertadores. Num jogo muito pegado em Cali, os colombianos venceram o primeiro duelo pelo triangular semifinal por 1 a 0, gol do paraguaio Gerardo González. Já no reencontro, o Grêmio se impôs dentro do Olímpico. Por conta das chuvas em Porto Alegre, a partida precisou ser adiada. E o triunfo por 2 a 1 viu o melhor de Renato Portaluppi. O ponta, que ganhou nota 10 dos jornais, infernizou os marcadores e cruzou para Caio anotar o primeiro gol. Juan Battaglia empatou, mas Osvaldo retomou a vantagem. No final, Mazarópi ainda pegou um pênalti do artilheiro no Willington Ortiz. E o América ainda ajudaria os gremistas, ao empatar na rodada final com o Estudiantes, resultado essencial na classificação dos gaúchos à final.

Já em 1996, o América de Cali encerrou o sonho do tricampeonato do Grêmio nas semifinais. Ainda com a base campeã em 1995, o time de Felipão ganhou no Olímpico por 1 a 0, tento de Goiano cobrando falta. Os anfitriões poderiam ter feito mais, com direito a uma bola de Jardel no travessão e outras tantas chances negadas pelo goleiro Óscar Córdoba. O América, entretanto, tinha uma equipe excelente, encabeçada por Anthony de Ávila. Apesar do gol de Jardel, que abriu o placar na Colômbia, os anfitriões buscaram a virada e a classificação no Pascual Guerrero. Jorge Bermúdez apareceu na área para fazer dois e Alex Escobar (agora herói) complementou a vitória por 3 a 1. Os alvirrubros perderam a decisão para o River Plate.

Estudiantes de Mérida x Nacional-URU (1999)

Em 1999, o Estudiantes de Mérida protagonizou uma das melhores campanhas da Venezuela na história da Libertadores. A equipe alcançou as quartas de final, feito repetido na era dos mata-matas (a partir de 1988) apenas por Minervén (1994) e Caracas (2009). Nesta caminhada, a equipe chegou a impor a primeira derrota do Nacional contra um adversário venezuelano. Treinado por Richard Páez, o Estudiantes venceu por 3 a 1 em Mérida, gols de Luis Vallenilla, Ruberth Morán e Jesus Vera. Botaram no bolso os tricolores, que tinham o veterano Rubén Sosa em seu ataque, além de Hugo de León no comando. Em Montevidéu, ao menos, Sosa anotou os dois gols no triunfo por 2 a 1. Ambos passaram aos mata-matas. Os azarões eliminariam o Emelec, antes de caírem para o Cerro Porteño nas quartas de final.

Alianza Lima x Nacional-URU (2000)

São quatro partidas entre as equipes, as primeiras pela fase de grupos da Libertadores 2000. Alejandro Lembo e Rubén da Silva balançaram as redes ao Nacional na vitória por 2 a 0 em Montevidéu. Já no reencontro, o Alianza Lima de Jorge Luis Pinto se saiu um pouco melhor e ficou com o empate por 2 a 2. Gustavo Varela abriu o placar aos uruguaios, Marcial Salazar e Henry Quinteros viraram aos peruanos, até que Diego Scotti desse números finais à peleja. Apenas o Nacional avançou, em chave liderada pelo Atlético Paranaense. Também seriam dois confrontos pela fase de grupos de 2012, com uma vitória por 1 a 0 para cada lado. O Bolso era treinado por Marcelo Gallardo na época. Ambos foram eliminados por Libertad e Vasco no grupo.

(Fica o vídeo do segundo embate, já que o primeiro não está disponível no YouTube)

Racing x Nacional-URU (1967)

Teremos a reedição de uma final continental. Sim, a conquista inédita do Racing em 1967 aconteceu em cima do Nacional. As duas equipes já haviam se enfrentado na fase de classificação de 1962, quando o Bolso se deu melhor. O troco da Academia, porém, ficou marcado na história. A célebre equipe de Juan José Pizutti tinha nomes como Agustín Cejas, Roberto Perfumo, Alfio Basile, Humberto Maschio e Norberto Raffo. Do outro lado, o Nacional era estrelado por Víctor Espárrago e Julio Cesar Morales, com as adições dos argentinos Rogelio Domínguez e Rubén Héctor Sosa. Resultado: três jogos amarrados, em que apenas o desempate realizado em Santiago garantiu a festa do Racing. Tanto na ida em Avellaneda, quanto na volta dentro do Centenario, o placar zerado prevaleceu. O duelo seria resolvido apenas quando os clubes se reencontraram no Estádio Nacional de Santiago. O brasileiro João Cardoso abriu o placar de cabeça e Raffo ampliou ao Racing antes do intervalo. Milton Viera até descontou no fim, mas os racinguistas seguraram a pressão e ficaram com a taça.

Boca Juniors x Libertad (2007)

Boca e Libertad são velhos conhecidos na Libertadores. O primeiro confronto aconteceu em 1977, na campanha do título inédito dos xeneizes. Os boquenses venceram os dois jogos pelo triangular semifinal. Trinta anos depois, o reencontro ocorreu nas quartas de final de 2007, num momento dourado do Gumarelo. O Libertad treinado por Sergio Markarían tinha nomes como Pablo Guiñazu, Víctor Cáceres e Carlos Bonet em suas fileiras. Arrancou o empate por 1 a 1 na Bombonera, quando Martín Palermo só foi igualar a contagem aos 45 do segundo tempo. Porém, o Boca era mais time e garantiu a classificação em Assunção. Juan Román Riquelme se redimiu do pênalti perdido na ida para marcar um golaço na volta, enquanto Rodrigo Palacio fechou o marcador no triunfo por 2 a 0, que aproximou o clube de sua sexta taça continental. Em 2018, pelas oitavas, deu Boca de novo: vitórias por 2 a 0 e 4 a 2, com show de Darío Benedetto na segunda partida.

Barcelona x Progreso (1990)

O Progreso disputa a terceira Libertadores de sua história. E na última aparição, os uruguaios foram eliminados justamente pelo Barcelona de Guayaquil, o adversário nestas preliminares de 2020. Campeões nacionais em 1989, os charruas avançaram na primeira colocação de seu grupo, mas sucumbiram diante dos equatorianos nas oitavas de final. Treinado por Oscar Malbernat, o Barcelona tinha entre seus destaques os uruguaios Mário Saralegui e Luis Alberto Acosta, além do argentino Marcelo Trobbiani. A equipe fez o placar na ida em Quito com a vitória por 2 a 0, dois gols de Jimmy Izquierdo. Já no Uruguai, o empate por 2 a 2 foi suficiente. Ídolo do clube, Izquierdo anotou mais um, em uma cobrança de falta praticamente do meio-campo. Os Canários seriam vice-campeões daquela Libertadores.

Athletico Paranaense x Peñarol (2018)

Uma das memórias mais agradáveis à torcida do Athletico Paranaense nesta ascensão dos últimos anos aconteceu em Montevidéu. A primeira grande prova de que o time poderia conquistar a Copa Sul-Americana em 2018 veio com a inapelável goleada por 4 a 1, dentro do Campeón del Siglo, sobre o Peñarol. A vitória por 2 a 0 na Arena da Baixada já havia facilitado o cenário ao Furacão, com gols de Marcelo Cirino e Pablo. Ainda assim, foi mesmo no Uruguai que os rubro-negros deram show. Léo Pereira, Marcinho, Nikão e Bruno Guimarães fizeram os tentos, enquanto Cebolla Rodríguez descontou. Seria um dos passos mais firmes rumo ao título.

Santos x Olimpia (1965)

É curioso que dois clubes históricos como Santos e Olimpia nunca tenham se enfrentado pela Libertadores ou por qualquer outra competição oficial. Os únicos dois embates aconteceram em amistosos nos anos 1960. E o Peixe teve a honra de ser convidado para a inauguração do Estádio Manuel Ferreira, o chamado ‘El Bosque de Para Uno’, em maio de 1965. A equipe do técnico Lula vinha recheada de craques: Pelé, Coutinho, Pepe, Mengálvio, Lima, Carlos Alberto e Mauro estiveram em campo, entre outras feras. Os franjeados, reforçados por jogadores de Guaraní e Cerro Porteño, arrancaram o empate por 2 a 2. Pelé e Coutinho fizeram os tentos santistas, enquanto Rojas e Villalba anotaram os olimpistas. As arquibancadas receberam 30 mil pessoas, embora um acidente no alambrado durante o primeiro tempo tenha deixado feridos graves. Dois anos depois, no Defensores del Chaco, os alvinegros empataram por 0 a 0 em novo amistoso.

(Infelizmente, não há vídeos disponíveis destes jogos)