O mercado de janeiro estava tirando o sono do treinador do Paris Saint-Germain, Thomas Tuchel. No fim das contas, o clube conseguiu reforçar o seu meio-campo com Leandro Paredes, mas outros nomes especulados, como Idrissa Gueye, Luciano Acosta e Allan não foram contratados e deixaram o alemão insatisfeito.

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“Se você estiver me perguntando se estou feliz com Leandro, sim, absolutamente feliz com a sua chegada”, disse Tuchel. “No entanto, se você estiver me perguntando se estou completamente satisfeito no geral, não, não estou. Não estou bravo com a janela de transferências. Janeiro é sempre muito complicado. Quem quer perder ou vender um jogador? Ninguém. Havia poucas possibilidades. Já é difícil construir um time no verão, ainda mais no inveno. As chances são sempre altas que você terminará janeiro decepcionado”.

A imprensa europeia aponta rusgas na relação entre Tuchel e o diretor-esportivo do PSG, Antero Henrique. Cresce cada vez mais a conversa de que Arsène Wenger pode assumir esse cargo. O treinador alemão não quis entrar em polêmicas.

“Muitas coisas foram escritas na imprensa, mas não é o momento de comentar isso. Vocês conhecem meus desejos para o time desde o verão e ao longo do inverno. Eu entendo que janeiro não é fácil. Antero e eu trabalhamos com proximidade durante as janelas de transferências, mas ele tem suas ideias e eu tenho as minhas – eu não acho que nos últimos dois dias da janela de transferências é o melhor momento para comprar e integrar jogadores”, disse.

“Isso dito, eu acredito em meus jogadores. Cada transferência leva uma mudança ao vestiário, que eu preciso proteger. Esse é meu trabalho”, encerrou.