Arnaldo Tirone garantiu a Gilson Kleina sua permanência em 2013. Se Tirone for reeleito, é claro. Paulo Nobre, outro candidato, também pensa em manter o treinador.

O presidente foi claro. Disse que não haverá grandes contratações e que chegarão jogadores bons, “competivos” suficientes para que Kleina monte um time digno, capaz de cumprir as três metas fixadas para o próximo ano.

E quais são essas metas?

Paulistão – Lutar pelo título

Libertadores – Honrar o nome do Palmeiras. Não haverá cobrança e nem necessidade de título.

Série B – Ser campeão

Kleina decepcionou-se. Ele sonhava com um elenco de alto nível que lhe desse oportunidade de lutar pela Libertadores. Mas assimilou o golpe e fez as primeiras indicações. Para a zaga quer Alex Silva, que voltou ao Flamengo depois de um ano terrível no Cruzeiro. Contundiu-se no primeiro jogo e não atuou mais. Na cota de goleiros experientes, pediu Fábio, do Cruzeiro, Dida, da Portuguesa e Fernando Prass, do Vasco. Dida pediu alto para o Grêmio e não acertou.

Da Ponte, o treinador indicou o volante Renê Jr. e o lateral Cicnho. Não terá nenhum deles. Cicinho fez nvoo contrato com a Ponte e Renê Jr está acertando com o Santos.

Edno não foi contratado por causa da grande rejeição que seu nome causou nas redes sociais. Ele ainda pode vir, caso seu nome seja anunciado com outros jogadores, preferencialmente de melhor nível.

Kleina vive uma situação contraditória. Sua grande tarefa é vencer a Série B, mas ela não faz parte de suas preocupações mais prementes. “Se eu não for bem no Paulista e no início da Libertadores, nem chego em maio”, disse a amigos. 

E como montar um time para o Paulistão, que começa dia 19 de janeiro, se a eleição no clube será dia 21. O ideal seria a união dos concorrentes para, sob orientação de Kleina, iniciar as contratações. Mas nem o mais esperançoso palmeirense acredita em tanta boa vontade assim.