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Roma volta a aprontar das suas e empata mais uma vez

As dez vitórias seguidas no começo do Campeonato Italiano passaram a impressão que os dias de ceder resultados nos últimos minutos e não conseguir vencer times mais fracos da Roma estavam para trás. Eis que a rodada deste domingo nos presenteou com um retorno às tradições, e aquilo que convencionamos chamar de “Romada” voltou a acontecer.

No Estádio Olímpico, sem Francesco Totti, machucado, a Roma sofria para ganhar do fraquinho Sassuolo. Estava conseguindo, com um gol contra de Alessandro Longhi, aos 19 minutos do primeiro tempo. O time de Rudi Garcia recuou muito cedo e deixou de buscar o segundo gol. Permitiu a pressão do Sassuolo, que não causou tantos sobressaltos assim na torcida romanista. Até o último minuto de jogo.

Uma bola levantada pela esquerda caiu na entrada da pequena área. Jogadores da Roma ficaram negociando quem daria aquele chute para o alto, afinal, era jogo de campeonato, quando Domenico Berardi acabou com a brincadeira e chutou forte de perna esquerda, aos 49 minutos de partida.

Brincadeiras à parte, é o quarto jogo sem Totti e o segundo empate seguida. Obviamente, a Roma não venceria todas as rodadas até o fim da Serie A, mas os tropeços vieram contra equipes da parte debaixo da tabela. A equipe da capital ainda pega Cagliari e Atalanta antes de dois duelos difíceis contra Fiorentina e Milan. Está perdendo a chance de aumentar a vantagem.

Falando em Romadas…

O Milan não anda ganhando de ninguém. São seis partidas seguidas sem vitória. Neste domingo, o lanterna Chievo conseguiu segurar o heptacampeão europeu e nem levou tantos sustos assim, exceto por uma bola na trave de Robinho e um gol perdido por Alessandro Matri. O rossonero tem 13 pontos em 12 rodadas. Parece justificada a pressão em cima do técnico Massimiliano Allegri.

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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