Um jogo para os anais

– Pra vocês todos torcedores, muito boa tarde. Começa agora mais uma transmissão do Campeonato Trianense. Hoje, Real Estrela contra Nova Colina. Dois times colocados logo abaixo da zona da classificação, que brigam para entrar no hall da fama do campeoanto. E aí, Rubens, o que esperar desse jogo?

– É uma rodada que vale seis pontos tanto para o Real quanto para o Nova Colina. Os dois times vêm empatados na tabela, e com campanhas muito parecidas quando olhamos o retrospecto de ambas em relação aos outros adversários. Aqui, Rodolfo, não existe favorito. Tudo pode acontecer (mal sabia ele que a afirmação seria a mais pura verdade).

– Tempo bastante encoberto para o começo do jogo. As equipes estão posicionadas para o início do jogo. Aliás, que já está atrasado, pois o horário previsto, das 18h00min, já expirou faz quase vinte minutos – o locutor mal terminou a frase e o juiz soou o apito com vigor. – Agora sim, está valendo! Real Estrela e Nova Colina, jogo que ninguém se atreveu a realizar prognósticos durante toda a semana.

– Rodolfo, você sabe que o Real, que é o mandante, veio com dois desfalques, não é? – interveio o repórter que cobria o time da casa.

– Pois é, Amaranti, parece que eles tiveram torções iguais nos treinos durante a semana, não?

– É isso mesmo, Rodolfo. Eles pisaram em falso no mesmo buraco no Centro de Treinamento do Real, e estouraram o ligamento do joelho direito. Deram sorte que não houve ruptura, mas ficarão aí uns três meses de molho.

– Pois é, Amaranti, um se machucou na quarta, o outro na quinta-feira… No mesmo buraco, é?

– E o técnico do Real ficou furioso com os dois casos. Ontem, no sábado, ele cobrou da diretoria, durante a coletiva, os reparos nas grandes áreas do C.T., que realmente têm alguns buracos.

– Por outro lado, o Nova Colina também vem sem dois titulares, Rodolfo – dessa vez, o repórter responsável pelo time visitante comentou.

– É, Pavanello, e por uma estranha coincidência, ambos ficaram fora pelo mesmo problema também…

– Isso, Rodolfo. Eles passaram mal hoje de manhã após o café da manhã servido no hotel onde estavam hospedados. Eu conversei com os dois, e eles foram taxativos na eleição do culpado da indisposição, que causou mal estar intestinal em ambos: a manteiga.

– É curioso que o resto do time não sentiu nada… – o locutor opinou.

– Olha, uma coisa é certa, com esses problemas acontecendo antes do jogo, com certeza os times devem ter procurado algum tipo de benção, para correr tudo bem pelo menos aqui, no gramado.

– Vamos ver o que acontece, pois o jogo está só começando. Vem descendo pela direita o time de verde e vermelho. O Nova Colina tenta impor o seu jogo, atuando pelas laterais do campo.

– Olha, Rodolfo, se o lateral do Nova tentar passar por ali, ele vai encontrar problemas – interrompeu Pavanello. – Há uma família de pássaros bem ali, com direito a filhotes e tudo. Acho que a mãe não vai dar trégua.

– Tentaram remover as aves desde a sexta-feira, mas quem chegava perto era recebido a bicadas e rasantes da mãe – complementou Amaranti.

– Que pássaro é? – quis saber o comentarista, Rubens.

– Quero-quero, não? – o locutor ainda queria confirmação.

– Exato, Rodolfo. Quero-quero – atestou Amaranti.

– Olha, esse bicho é bem bravo quando está com filhotes.

– E olha só, o lateral do Nova tentou passar, e a mãe voou com tudo para cima dele – a voz do locutor saiu aguda, alta, noticiando o esdrúxulo acontecimento. – O lateral praticamente esqueceu a bola, agora é a mãe quero-quero quem corre atrás do jogador.

– E os filhotes estão ao redor da bola, dá só uma olhada Rodolfo – Pavanello chamou a atenção. A câmara da TV flagrou ambos os momentos. Piada pastelão no ar.

– O juiz interrompeu a partida – informou o comentarista, vendo o árbitro no centro do campo.

– Vocês vão achar estranho, mas os policias que montam a segurança na pista de atletismo do estádio foram chamados para retirar os pássaros – Amaranti apontou, e as câmeras foram buscar a imagem dos soldados dirigindo-se até onde estavam os filhotes.

– O lateral do Nova já desceu a escada do vestiário para tentar fugir da mãe quero-quero – disse Pavanello, locomovendo-se para a entrada do túnel de acesso.

– E vocês não vão acreditar, a ave foi atrás dele até lá dentro! – Amaranti acrescentou, arrancando risadas incontidas do comentarista. Ele se justificou.

– Devem ter enchido a paciência dessa mãe a semana toda, agora ela resolveu se vingar –
Rubens declarou, provocando risos também do locutor.

– Bem, o árbitro agora está com a bola. Os PMs conseguiram retirar os filhotes, pois sem a mãe ficou mais fácil – observou Rodolfo.

– Agora, o árbitro só espera o retorno do jogador do Nova Colina, que fugiu pelo vestiário. Ninguém sabe se ele conseguiu se livrar da mamãe feroz – zombou Pavanello, ao mesmo tempo em que o lateral-direito do clube visitante reaparecia em cena. Todos próximos a ele ouviram quando ele gritou que a ave havia sido presa em uma sala dentro dos vestiários.

– O árbitro recomeça a partida. Que coisa hein, Rubens? Esse tipo de coisa já aconteceu no seu tempo de jogador?

– Nunca, acho que nunca ocorreu em tempo nenhum. Essa vai entrar para a história (o jogo estava só no começo).

Vem agora o Real Estrela para o ataque. O jogo tem apenas dois minutos de bola rolando, devido ao incidente com alguns quero-queros. Desce o Real para o ataque e… – de repente, um enorme raio corta o horizonte, e uma sonora trovoada berra nos ouvidos de todos que estavam no estádio.

– Vem tempestade por aí – anunciou Rodolfo.

– Já está chovendo, Rodolfo, e ela veio de repente – Amaranti destacou, enquanto, em segundos, um vendaval, seguido de uma tromba d’água, começava, sem anúncio prévio.

– O céu realmente estava encoberto, mas uma chuva dessas assim, do nada… – Rubens não se conformava.

– E a meteorologia previu um final de tarde ensolarado e céu sem nuvens no início da noite – lembrou Pavanello, voltando a causar sorrisos irônicos dos integrantes da cabine de transmissão.

– Vê-se que eles passaram bem longe da realidade – Rubens alfinetou, causando mais sorrisos abafados na cabine.

– O árbitro decidiu interromper novamente o jogo – Pavanello desviou um pouco o rumo da conversa.

– Não há a menor condição de se jogar embaixo de um temporal desses – Amaranti dava o seu depoimento. – É um verdadeiro dilúvio que cai na cidade de Estrela, com direito a ventos dignos de um furacão.

– Os jogadores simplesmente abandonaram o campo, estão todos nos túneis, esperando para ver o resultado desse pé d’água que resolveu cair – Amaranti noticiou, ele mesmo embaixo do túnel, fugindo do aguaceiro.

– Olha, se vocês observarem bem do lado direito, vocês vão ver que lá não está chovendo. Faz até sol por ali, e é logo no bairro ao lado daqui do estádio – observou Pavanello. E do mesmo jeito que a chuva chegou, ela se foi rapidamente, num piscar de olhos. E um resto de sol, já poente, iluminou o fim de tarde no estádio, com direito até a um arco-íris.

– Mas como o tempo pode ser imprevisível, não é Rubens?

– Pois é Rodolfo, e como uma água dessas pode mudar uma partida, pois agora o gramado está molhado, e o jogo vai ficar bem truncado a partir de agora.

– Molhado é pouco, Rubens, algumas partes do campo estão um verdadeiro brejo. Vamos assistir a um festival de pernadas e lances de circo – concluiu Amaranti.

– O árbitro não quis saber de esperar a drenagem absorver um pouco mais da água, e
convocou os jogadores de volta ao gramado– Pavanello anunciou. Ambos os repórteres deixaram os túneis junto com os atletas.

– Reinicia-se mais uma vez o jogo. Duas interrupções em cinco minutos, Rubens. Isso influi no andamento da partida?

– Claro que sim, o aquecimento dos jogadores vai para o espaço. A tensão aumenta, pois ninguém ainda conseguiu encostar direito na bola, e o jogo já está rolando. E agora, com esse campo pesado, a preocupação com as jogadas divididas e com possíveis contusões aumenta ainda mais.

– Hummm, o gramado está mesmo ruim, a bola pára em muitos lugares, os jogadores chutam a bola e espirram muita água junto…

– Rodolfo, esse lamaçal no qual se transformou esse gramado ainda vai complicar ainda mais esse jogo, que á começou atípico – Amaranti falou, sem explicar o que ele vislumbrava. Mas, em dois minutos de, literalmente, pelada de várzea, a justificativa apareceu: as cores dos uniformes de ambas as equipes desapareceram, e em seu lugar, surgiram vinte e dois jogadores trajando marrom.

– Não há a menor condição de diferir, daqui de cima, quem joga pelo Real e quem é do Nova. O árbitro tem que tomar uma atitude! – cobrou o locutor, confundido pela visão de um “monotime” em campo.

– E ele vai, Rodolfo. Ele pediu a bola de novo, mais uma interrupção. Ele mandou os roupeiros providenciarem uniformes novos para todo mundo – alertou Pavanello, em conversa direta com o quarto-árbitro. No estádio, o burburinho da torcida só aumentava, com tantos imprevistos e acontecimentos esquisitos.
Mais cinco minutos de angústia. Todos de roupa limpa, recém-saída do vestiário.

– O mangue ainda não acabou, se continuarem a jogar nesse campo, vão ter que trocar de roupa umas cinco vezes mais – Rubens chamou a atenção, já imaginando o que ainda havia mais pela frente.

– Parece que as contusões e problemas com dois jogadores de cada time eram só um prenúncio. Você já viu isso em algum lugar, Rubens? – quis saber Rodolfo.

– Olha, para mim, isso é inédito no mundo todo – respondeu o comentarista, da forma mais direta possível.

– Bem, bola rolando, ou pelo menos, tentando rolar novamente. O Real tenta concluir o primeiro ataque do jogo. Ninguém, até agora, chegou próximo à área adversária, e de tempo corrido, já temos quase dez minutos.

– É a primeira vez que eu assisto a um jogo sem absolutamente nada para recordar em dez minutos. É como se o primeiro tempo tivesse trinta e cinco minutos – comentou Rubens, incrédulos.

– E vocês não perdem por esperar: acaba de entrar no gramado um gato e três cachorros correndo atrás dele. O árbitro vai ter que parar de novo a partida – avisou Amaranti, sem esconder a perplexidade em sua voz.

– Mas esse jogo está encantado! Nova parada, qual trabalho será que fizeram? – revoltou-se o comentarista, causando ainda mais risadas em toda a equipe de cobertura.

– Seja qual for, esse trabalho está funcionado, Rubens – Pavanello decidiu responder. – Dá só uma olhada: ao invés de cruzarem o gramado, o gato corre em círculos junto com os cachorros, e ninguém sai dogramado.

– E lá vêm de novo os policiais para removerem os bichos da arena! – Amaranti foi o primeiro a perceber. Rubens, irreverente, não deixou passar.

– Eles estão se especializando em remoção de animais, em breve estarão num zoológico – mais risos, cada vez menos contidos, dentro da cabine.

– Os soldados chamaram a ambulância para jogar os animais dentro dela e removê-los mais rapidamente do gramado – revelou Pavanello em primeira mão, diretamente da boca do quarto árbitro.

O veículo entrou em campo, deixando bem visíveis os rastros de sua passagem: as profundas marcas de pneus na mistura de terra e grama que se transformara o território de jogo. Após a saída do carro e dos bichos de campo, a impressão que o terreno havia virado uma pista de motocross, com curvas largas e em alto relevo.

– Agora, o campo tem um trilho para a bola correr – observou o locutor, já aderindo ao discurso gozador do companheiro de transmissão, Rubens.

– O árbitro está irredutível, o jogo vai recomeçar mais uma vez, sem esperas – Amaranti viu quando o juiz pegou a bola e colocou-a onde ela foi vista rolando pela última vez, cerca de dez minutos antes. Em condições normais, a partida já estaria iniciando o intervalo, e ao contrário, mal havia ultrapassado o minuto dez no relógio.

– Bola em jogo, e o Real perdeu a posse da bola no ataque.

– Dessa vez, o Nova Colina contou com um décimo segundo jogador: o zagueiro “fenda”. A valeta que a ambulância abriu no campo parou a bola, e o beque do Nova, que ficou na espreita do lance, aproveitou a passada em falso do atacante e tirou a bola do buraco – Pavanello descreveu o lance, que causou gargalhadas por todo o estádio.

– Agora é o time de fora que tenta construir a primeira jogada de ataque completa da partida. Inverte o jogo para a esquerda o Nova, o lateral tenta…

– Essa não – comentário pessoal, e totalmente espontâneo, de um dos repórteres. Amaranti explicou o desabafo do colega.

– Uma torcedora nua acaba de adentrar o gramado, correndo.

– Correndo não, desfilando, como se estivesse numa passarela – opinou Pavanello, num
misto de divertimento e raiva.

– E notem a desenvoltura dela, não merece um dez? – Rubens contribuiu ainda mais na comicidade dos fatos. A essa altura, o estádio, reduto infinitamente mais masculino que feminino, tinha o seu olhar desviado de qualquer outra coisa a não ser a bela, loira e pelada mulher que dançava o Lago dos Cisnes na enlameada relva do estádio.

– Ela não está com algumas inscrições no corpo? – Rodolfo atentou-se para um detalhe ainda não percebido por ninguém. E, de fato, as câmeras foram buscar, tentando, sem sucesso, esconder as partes íntimas da jovem moça nua. O resultado: peitos e todo o resto exibidos em cadeia nacional, pelo menos por alguns segundos.

– Realmente, ela faz um protesto contra os carnívoros – Pavanello buscou a informação. – Ela passou bem à minha frente e eu consegui ler o que ela escreveu. Na parte da frente, ela tatuou“Não comam carne. Não matem os animais”. E atrás, “Prefira os vegetais”.

– Certo Pavanello, mas você só leu o que estava escrito ou aproveitou para ver todo o resto? – Rubens praticamente esqueceu de comentar sobre a bola. A essa altura, todos riam sem pensar na altura, ou sem disfarçar a graça que sentiam.

– Polícia de novo em campo – Amaranti limitou-se a dizer, com voz sorridente, soluçando de tanto gargalhar.

– A polícia ficou mais tempo no gramado do que os jogadores – Rubens colocava mais lenha na fogueira. A essa altura, o jogo já havia perdido totalmente o sentido.Os semblantes dos atletas eram de raiva: os treinadores estavam perplexos, e o trio de arbitragem, desanimado.

– Não sei se o árbitro vai fazer uma nova tentativa, dá só uma olhada para a cara dele – Pavanello buscou o detalhe, e um close da expressão desapontada do homem de preto encheu o visor. A visão da fisionomia triste do árbitro serviu para aumentar ainda mais os risos na cabine.

– Acho que ele iria preferir um jogo cheio de expulsões, lances violentos e polêmicos a esse circo amador que virou esse jogo. Isso aqui é uma loteria, ninguém sabe o que vem depois – Rubens praticamente clamava pelo final precoce da partida. Mas:

– O árbitro ainda vai insistir, pelo menos mais uma vez. O campo está secando, a moça já foi retirada do campo, e os jogadores já estão novamente posicionados.

– Certo, Amaranti. E de novo, o árbitro declara a retomada do jogo. Nova Colina no ataque, o toque vem da direita, bola puxada para o meio, e uma boa enfiada novamente pela direita. O lateral prepara o cruzamento, a bola vem pra área e…
Um abrupto ruído corta os ares, e no segundo seguinte, uma escuridão vem abaixo, cegando a todos. Ninguém viu onde aquela bola do cruzamento foi parar.

– Acaba de cair a energia no estádio. Um verdadeiro breu tomou conta do gramado, Rodolfo – Pavanello anunciou o que todos viam.

– Não dá para enxergar nada, e parece que o problema é só aqui, no estádio, porque as luzes estão acesa nos arredores – Amaranti viu bem. Rubens detectou o problema de imediato.

– Isso é gerador, a chuva forte pode ter danificado alguma coisa nele – deduziu o comentarista.

– Ninguém sabe dar explicações a respeito do que houve e de quando a normalidade será restabelecida – Pavanello falou, revelando também que conversara rapidamente com o presidente do Real Estrela, e ele estava tão surpreendido quanto qualquer outra pessoa que estava ali.

Foram vinte minutos de total escuridão, e quando menos se esperava, a iluminação voltou com toda a força de repente, como um passe de mágica. O árbitro, pego de surpresa, pegou os seus instrumentos de trabalho e chamouos assistentes. Ele iria reiniciar mais uma vez o jogo histórico.

– Ele não quer mesmo desistir, vai levar o jogo até o fim – Rubens observou, vendo a imagem repetir-se: o árbitro dirigindo-se para o campo, chamando os jogadores. Mas, eles não obedeciam. O quarto árbitro acenou desesperado na beira do campo. Os repórteres correram atrás, e nos microfones de ambos, veio a notícia-revelação.

– Não há bolas, levaram todas enquanto estava tudo escuro – o juiz reserva declarou.

– Como não há bolas, quem as pegou?

Sem alternativa, após mais alguns minutos buscando uma bola que fosse em qualquer lugar para prosseguir com o jogo, finalmente a autoridade máxima do campo deu-se por vencido, e entregou os pontos. Levantou os braços para cima e deu como encerrada a partida, aguardando agora a decisão da Federação a respeito daquele fatídico e desastroso dia.

Dias depois, veio a decisão sobre a partida, interrompida com menos de quinze minutos do primeiro tempo. Pelo regulamento oficial, ela teria que ser jogada novamente. E assim seria, porém…

– Real Estrela e Nova Colina terão que se enfrentar novamente – anunciou o Presidente da Federação. – A partida está mantida para o estádio do Real Estrela, às 18h00min. Mas, como não há espaços no calendário, então, vamos ter que espremer o jogo entre duas rodadas, não houve outro jeito. E o melhor dia foi no próximo dia 13, quecai numa sexta-feira, já que tanto o Real quanto o Nova têm jogos na quarta, dia 11, e no domingo, dia 15. Ambos terão dois dias para descansar.

– O que? Sexta-feira 13, e de noite? – reclamou o presidente do Nova. O do Real também manifestou insatisfação.– Depois de tudo aquilo? Jamais! – e a discussão correu solta durante todo aquele dia.

Na manhã seguinte, o resultado do acalorado debate nos jornais: a Federação concordou com os dois lados, e suspendeu a realização do jogo. O duelo entre Real Estrela e Nova Colina foi dado como empate em 0 a 0, e cada equipe ficou com um ponto a mais na tabela.

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Equipe Trivela

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