Tóquio – Estádio Nacional

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Localizada em Honshu, a maior das ilhas que compõem o país, a capital japonesa se caracteriza pelos contrastes: valores ancestrais combinando-se às fortes influências que o Japão passou a absorver do Ocidente a partir do pós-guerra. O próprio idioma japonês incorporou diversos verbetes e expressões do inglês, e boa parte da população local – especialmente entre os jovens – consegue se comunicar na língua bretã, o que, para o turista que vai ao Mundial, é ótima notícia. Para integrar de forma eficiente os cerca de 5,2 mil quilômetros quadrados que transformam sua área metropolitana na maior do planeta (comportando uma população de 32 milhões de habitantes), Tóquio dispõe de uma ampla rede de transporte público (ônibus, trens, metrôs, trem-bala). A cidade não está entre as regiões mais frias do Japão – neva-se ocasionalmente. No final do ano, época do Mundial, a temperatura média fica em torno de 8 graus.

São muitos os passeios imperdíveis a serem feitos na cidade. Os mais tradicionalistas costumam se deslumbrar com o Templo de Asakusa, cujos rituais são acender incenso e beber água do chafariz como forma de atrair proteção espiritual. Da Torre de Tóquio (inspirada na parisiense Torre Eiffel), é possível se ter uma vista privilegiada da capital. Já aqueles que vêem o Japão como sinônimo de tecnologia não podem deixar de ir a Akihabara, o bairro especializado no comércio de produtos eletrônicos. Assistir a um jogo dos Giants no Tokyo Dome também pode ser uma experiência fascinante, até para se entender o porquê de o beisebol apaixonar tanto os japoneses – é o esporte mais popular, superando o futebol. Ao turista que precisar fazer refeições rápidas para otimizar o tempo, recomenda-se os sempre eficientes kombinis (lojas de conveniência), que há aos montes e vendem desde sanduíches até lamens e sushis. Só não procure por temakerias: essas casas especializadas no badalado sushi em forma de cone só existem no Brasil.

O Kokuritsu (“nacional”, em japonês) é o estádio mais conhecido do Japão. Inaugurado há meio século, foi a principal arena dos Jogos Olímpicos de 1964 e abrigou o Mundial de Clubes entre 1980 e 2001 (quando era disputado em apenas um jogo, reunindo o campeão sul-americano e o campeão europeu). Recebe algumas partidas do Tokyo Verdy e do FC Tokyo, mas seu uso mais consagrado é como sede das finais da Copa do Imperador, da Copa da Liga e de jogos do Mundial de Clubes. Tem capacidade para 57.363 torcedores e está próximo a duas estações de metrô e duas de trem. Para alguns times brasileiros, o estádio traz ótimas lembranças: Flamengo (em 1981), Grêmio (em 1983) e São Paulo (em 1992/93) foram campeões do mundo atuando no Nacional.

Apresentação dos Clubes

Adelaide United (Austrália)
Al Ahly (Egito)
Gamba Osaka (Japão)
LDU Quito (Equador)
Manchester United (Inglaterra)
Pachuca (México)
Waitakere United (Nova Zelândia)

Sedes

Tóquio – Estádio Nacional
Toyota – Estádio Toyota
Yokohama – Estádio Internacional

História

1960-1979: Tempos clássicos
1980-2004: Oriente Express
2000-2007: A era Fifa

Estatísticas e curiosidades

Os fatos e números que marcaram a história do Mundial

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