Técnicos

A competição do momento é entre Cruzeiro e Mano Menezes, saber quem se afundou mais após o término do Brasileirão. Mano largou a possibilidade de uma Libertadores em um clube com mais dinheiro que o Grêmio para dirigir um Corinthians cuja direção é a mesma que rebaixou o clube. Ninguém se esqueça: quem demitiu o Carpegiani e contratou o Nelsinho foi o Gebran, e quem bancou o cara lá foi o Andrés – não estou nem falando de Kia Joorabchian.

Vamos imaginar que o Corinthians suba. Mano não junta nada a seu currículo. Porém, se o time começar a vacilar, alguém tem alguma dúvida de que ele vai rodar? Aí o cara passa de vice-campeão da América a “cara que não conseguiu subir com o Timão”. Dinheiro por dinheiro, acho que na Arábia ele ganharia mais. Parece incompreensível.

Por outro lado, o Cruzeiro mandou embora o Dorival Junior, que, ao contrário de seu “primo” Caio, classificou um time jovem e instável para a Libertadores. Provavelmente achou que seduziria o Mano. E dançou. Acabou com… Adilson Batista. Quase inacreditável. Se não deu com o Mano, por que não esperar por um nome mais experiente, ou pelo menos com algum potencial? O ex-zagueiro do Grêmio pode até dar certo, mas não tem currículo para a tarefa.

As situações me lembram uma frase de Muricy à Trivela: “Parece que no futebol de hoje tudo o que se fala é 'projeto' pra lá, 'projeto' pra cá… só tem arquiteto.” Numas de parecer “moderno”, o Cruzeiro resolveu apontar logo um cara, pra parecer que o importante é o “projeto”. O Mano, por outro lado, resolveu apostar no “projeto” do Andrés. Quem sabe não estão ambos certos.

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Equipe Trivela

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