Sakho: aposta para sair da crise

O Paris-Saint-Germain sempre pretendeu figurar entre os grandes times franceses, mas sempre viveu altos e baixos. Nesta temporada, sob o comando de Paul Le Guen, a equipe vem rondando a zona de rebaixamento. Depois de muita crise e uma derrota por 3 a 1 para o Rennes no Parc dês Princês, o técnico trocou muitos titulares por jogadores pratas-da-casa.

Criticando a falta de personalidade dos experientes Pauleta, Frau e outros, Le Guen apostou em NGoy, N’Gog e Sakho, entre outros. O mais surpreendente foi a entrega da braçadeira de capitão para o jovem zagueiro Mamadou Sakho.

De origem senegalesa, mas nascido em Paris, Sakho é uma promessa do futebol francês desde 2005, quando – com apenas 14 anos – estreou nas seleções de base. Zagueiro do lado esquerdo, Sakho mostra bastante personalidade. No Europeu Sub17, treinado pelo experiente François Blaquart, também usou a braçadeira de capitão. Ao lado do elegante Mathieu Saunier (17 anos, Bordeaux), era o responsável pelas jogadas mais físicas e pelo jogo aéreo – graças ao seu 1,87m -, já que não tem muita técnica.

Mesmo com poucas atuações no time principal do PSG, Sakho vem sendo bem cotado na bolsa de transações de final de ano. Vários clubes já mostraram bastante interesse no defensor, que participou do seu primeiro jogo oficial pelo time parisiense em fevereiro de 2007 na Copa da UEFA contra o AEK Atenas.

Com a campanha ruim e tomando gol em quase todos os jogos, Le Guen deixou Sakho no banco de reservas mais uma vez, talvez não querendo atrapalhar uma carreira que tanto promete.

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