Robinho, Elano, Felipe, Amauri

Robinho nos mostra a cada oportunidade que nós, os que em algum momento acreditaram nele, poderíamos acreditar no Sarney – ou seja, em qualquer coisa. Displicente, mascarado, preocupado muito mais com jogadas de efeito do que com jogadas para a equipe. Se Ronaldinho tivesse um primeiro tempo como o que Robinho teve contra o Peru, seria mandado de volta para Milão no mesmo momento.

E o futebol que Felipe Melo joga na Seleção dá força aos que dizem que Amauri não deve ser convocado por Dunga – e, não, o fato de ele ter feito um gol na base do bumba-meu-boi não muda o fato de que é um jogador mediano, sem nenhuma inspiração especial. O jogador da Fiorentina é exatamente o jogador que saiu do Brasil – assim como Mancini, Taddei e tantos outros. Se na Itália eles “funcionam”, méritos aos bons técnicos e esquemas de jogo. Uma coisa, porém, é jogar bem pela Fiorentina – ou mesmo pela Juventus no Italiano. Outra totalmente diferente é jogar pelo Brasil, principalmente quando há opções melhores.

O contrário sempre pode acontecer, é verdade. Elano, por exemplo, na Seleção quase sempre joga bem, mas no Manchester City não se encontrou. Que jogue, portanto, pela Seleção. E Robinho, Felipe Melo e, provavelmente, Amauri, não.

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Equipe Trivela

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