Rescaldo do sábado

Subindo…

Alemanha. Depois de conquistar a torcida nacional com as boas atuações na Copa do Mundo, domina com facilidade seu grupo e é a seleção mais próxima de confirmar a classificação para a Eurocopa. Para variar, Klose resolveu.

Inglaterra: Demorou, mas o English Team teve uma atuação convincente. Joe Cole foi o melhor em campo, e Micah Richards mostrou que pode ser uma solução por muitos anos para a lateral-direita, apesar de ter sido convertido em zagueiro no Man City.

França: Brilhante exibição defensiva diante de um hostil Giuseppe Meazza. Lassana Diarra como lateral-direito, função que já exerceu na época de Chelsea, esteve impecável. E os Bleus seguem sem perder para a Itália desde 1978 (pênaltis não contam).

Holanda: O emprego de Van Basten não corre mais perigo. Com Van Nistelrooy e um inspiradíssimo Sneijder, a Bulgária foi batida com certa facilidade, e a vaga está bem encaminhada.

Finlândia: Em um dos grupos mais equilibrados das eliminatórias, consegue brigar de igual para igual com Polônia, Portugal e Sérvia, seleções com bagagem de Copa do Mundo. O empate na Sérvia provou que uma eventual classificação não seria surpresa.

Escócia: Há muito tempo não mostrava tanta solidez em seu jogo. Em outros grupos, poderia até ser aposta segura para a classificação. Com França e Itália, no entanto, deve sobrar.

Croácia: Eduardo da Silva segue metendo gols a rodo. Permanece invicta e tem tudo para chegar a Wembley, na última rodada, com a vaga já garantida.

Rússia: Um gol sofrido em oito jogos, mesmo antes dos encontros com a Inglaterra, é uma marca a ser louvada. Guus Hiddink, mais uma vez, está no caminho certo. E mostra que a sorte acompanha os competentes, porque a Macedônia poderia ter empatado o jogo quando tinha pênalti a favor e um jogador a mais.

Romênia: Mutu é um dos atacantes em melhor forma na Europa. Pior para Belarus, que não foi páreo. O Romênia x Holanda de outubro promete muito.

…e descendo

Portugal: Ricardo mostra que ser “apenas” um bom pegador de pênaltis já não é suficiente. “Portugal de Felipão”, como parece ser obrigatório dizer na imprensa brasileira, corre o risco de passar de finalista de uma edição a telespectador da outra.

Itália: Sobrou cautela, faltou criatividade. Abusou das bolas longas para Inzaghi, que, isolado, foi presa fácil. No segundo tempo, Donadoni fez alterações questionáveis – demorou a tirar um cansado Del Piero. Pior do que tudo isso foi o espetáculo de má educação do público, que vaiou o hino francês. Seria justo a Uefa punir.

Espanha: Um jogador com a experiência internacional de Xabi Alonso não pode ser expulso com vermelho direto aos 20 minutos do primeiro tempo. Quando a Furia parecia ter tomado o rumo da recuperação, o empate com a Islândia prova o contrário.

Turquia: Empatou com Malta. Precisa dizer mais alguma coisa?

Irlanda do Norte: Pode ser crueldade com uma seleção que faz uma campanha totalmente acima das expectativas. Mas perder para a Letônia quando seus rivais diretos deixam pontos pelo caminho é dar muita sopa para o azar. Desta vez, o artilheiro Healy passou em branco.

República Tcheca: Só 3 a 0 em San Marino, sendo dois com um jogador a mais? Fala sério!

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Equipe Trivela

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