Pedras e mais pedras

Dezesseis anos se passaram e as pedras continuam voando no Defensores del Chaco. Depois de Elivélton ser atingido por uma pedrada no Pré-Olímpico de 1992, a segurança do principal estádio paraguaio parece não ter dado meio passo à frente.

O árbitro Carlos Chandía até demorou para suspender Cerro Porteño x Cruzeiro, ontem à noite. Deveria ter encerrado tudo quando caiu a primeira pedra. Deu sopa para que alguém saísse ferido – o que, felizmente, não aconteceu.

No Paraguai, já existe preocupação sobre a realização do jogo contra o Brasil, em junho, pelas eliminatórias da Copa. O principal problema é que, se o Defensores del Chaco for interditado, as outras opções são ainda menos seguras.

É bom lembrar que estamos falando da Conmebol e da constante incoerência de suas decisões. O certo mesmo seria excluir o Cerro Porteño de competições internacionais por pelo menos dois anos. Mas o clube escapará impune.

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