O milésimo gol

Esses dias alguém perguntou (não para mim) no twitter: o centésimo gol de Rogério Ceni pode ser comparado ao milésimo de Pelé? Para quem recebeu a pergunta (Victor Birner), não. Para quem escreve este post, porém, a comparação é válida.

Não quer dizer, é evidente, que se esteja comparando Rogério Ceni ao maior jogador de todos os tempos, o que não faria o menor sentido. Até porque Pelé não parou nos 1000 gols, e sua história no futebol vai muito além dos gols que fez. Do ponto de vista numérico, entretanto, dá, sim, para comparar os 100 gols marcados por um goleiro a 1000 gols marcados por um atacante.

Rogério marcou, o São Paulo quebrou o tabu e o capitão ainda aproveitou para, ao vivo na Globo, homenagear o São Paulo, “que luta contra tanta coisa ruim no futebol brasileiro”. Entra para a história como espetacular goleiro que é; como o maior goleador da história da posição; e como líder inconteste de uma equipe que se estabeleceu como vencedora.

E mais: o jogo foi bom. O Corinthians foi Corinthians até o final, com um a menos esteve a ponto de empatar a partida, valorizou demais a vitória do rival. A quem pode enfrentar, aliás, em breve em uma semifinal do Paulistão. Sim, valeu a pena perder tempo com o estadual hoje. Pena que é a primeira vez em quase dez anos que isto acontece.

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