Mundial 2007 – Pachuca

Como chegou

No primeiro semestre, o Pachuca era o time mais consistente da Concacaf. Assim, não foi surpreendente quando conquistou a Copa dos Campeões da Concacaf após bater as Chivas de Guadalajara. Ainda assim, foi difícil. Nas semifinais, os Tuzos precisaram da prorrogação para superar o Houston Dynamo (0x2 e 5×2) e dos pênaltis para vencer a final (2×2 e 0x0, com 7×6 nos pênaltis).

Time-base

Calero (Hernández); Cabrera, López, Salazar (Manzur) e Pinto; Correa, Chitiva, Rodríguez e Christian Giménez; Caballero e Cacho

Craque do time

A referência do meio-campo é o Christian Giménez. O argentino organiza as jogadas e tem capacidade de se adiantar para trabalhar como atacante. Inteligente e com visão de jogo, de seus pés saem as jogadas de perigo do atual campeão mexicano.

A pulga atrás da orelha

Calero sofreu uma trombose profunda no braço direito e teve de ficar meses parado para tratamento. Sem seu líder e garantia, a defesa dos Tuzos teve uma queda de desempenho gigantesca, com apenas dois jogos sem sofrer gols nos 19 disputados no Apertura. Ainda não é certo se o veterano colombiano terá condições de jogar o Mundial, mas está entre os 23 relacionados para o torneio.

Ponto-forte

Carlos Alberto Parreira deve dar pulos de alegria quando vê uma atuação inspirada do Pachuca. O time mexicano gosta de tocar a bola com paciência até abrir espaço na defesa adversária, por onde buscará o gol. Sem a bola, o time é bastante compacto e marca forte no meio-campo, sempre tentando fazer com que o jogo tenha ritmo cadenciado.

Calcanhar de Aquiles

Desde a saída de Calero (contusão) e Mosquera (zagueiro vendido ao Sevilla), a defesa dos Tuzos virou uma peneira. O paraguaio Manzur (ex-Santos) foi contratado para o lugar de Mosquera, mas não convenceu e perdeu a posição. No gol, Cota e Hernández se revezaram, mas nenhum passou a segurança necessária ao time. No confronto contra o Cruz Azul na repescagem do Apertura, o Pachuca perdeu por 6 a 0 no placar somado, um final bem simbólico a respeito do rendimento defensivo do time.

Técnico

Enrique Meza está no Pachuca há pouco mais de um ano. Contratado no verão (para o hemisfério norte) de 2006, conseguiu impor seu trabalho ao elenco rapidamente, conquistando o vice-campeonato nacional e o título da Copa Sul-Americana em seis meses. Assim, transformou o Pachuca em um time tão vencedor quanto era o Toluca que treinou: com muita consistência, toque de bola e poder de crescer nos momentos decisivos.

Cotação nas casas de apostas

8/1

Boca Juniors (Argentina)
Étoile du Sahel (Tunísia)
Milan (Itália)
Pachuca (México)
Sepahan (Irã)
Urawa Red Diamonds (Japão)
Waitakere United (Nova Zelândia)

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