Mundial 2007 – Étoile du Sahel

Como chegou

Depois dos vice-campeonatos de 2004 e 2005, o Étoile du Sahel conquistou a sua primeira Liga dos Campeões nessa temporada e, ainda, encerrou a hegemonia do Al Ahly no continente. Exaltado por essa proeza, o ESS iniciou a sua preparação para o Mundial de Clubes na Coréia do Sul, com quase duas semanas de antecedência. Assim, ele espera repetir ou, talvez, melhorar a campanha dos egípcios na edição passada.

Time-base

Mathlouthi; Ben Frej, Felhi, Ghezal e Meriah; Traoui, Narry, Nafkha e Gharbi; Gilson e Chermiti

Craque do time

Maior esperança de gols do Étoile, Chermiti se destaca não só por sua presença de área, mas, também, por sua velocidade. Características que, aliás, permitem que o atacante de dezenove anos escore cruzamentos e participe dos contra-ataques – principais armas estrelistas – com a mesma destreza. Não à toa, ele é considerado uma das maiores promessas da seleção tunisiana.

A pulga atrás da orelha

A aposta do presidente do ESS, Moez Driss, em garotos se mostrou acertada até aqui. Ainda assim, existe o temor em torno da postura de nomes como Traoui e Bukari, que, embora em alta, carecem de maior experiência para não esmorecerem diante de clubes como Milan e Boca Juniors. Assim como a maioria de seus companheiros, por sinal.

Ponto-forte

A segurança da retaguarda. A opção estrelista pelos contra-ataques se deve, sobretudo, à qualidade de seus zagueiros, que, além de assegurarem a proteção da meta do arqueiro Mathlouthi, ainda se destacam no ataque. Não são raras as participações de Ben Frej e Meriah em gols da equipe.

Calcanhar de Aquiles

O Étoile ainda está tentando superar a saída do armador Chickaoui para o FC Zurique, da Suíça. Passaram-se mais de seis meses e o treinador Bertrand Marchand segue sem encontrar um substituto para a ex-promessa estrelista. Jogadores como Gharbi e Melliti se revezam na posição, mas não conseguem agradar. Marchand tentou até mesmo mudar o esquema da equipe – do tradicional 4-4-2 para o 4-3-3 com Gilson e Bukari abertos e Chermiti como referência -, porém, sem sucesso.

Técnico

Substituto de Benzarti, que deixou o Étoile depois de conquistar o Campeonato Tunisiano em maio, Marchand se adaptou rapidamente à equipe e realizou o que dele se esperava: a continuidade do excelente trabalho iniciado em 2006, com a ascensão de Driss à presidência. O ex-treinador do Guingamp e de Drogba se notabiliza pela maneira como administra seu elenco, aproveitando, ao máximo, a versatilidade de seus atletas. Assim, mantém-se o excelente rendimento do clube por toda a temporada.

Cotação nas casas de apostas

51/1

Boca Juniors (Argentina)
Étoile du Sahel (Tunísia)
Milan (Itália)
Pachuca (México)
Sepahan (Irã)
Urawa Red Diamonds (Japão)
Waitakere United (Nova Zelândia)

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