Julho de 2006

Fabio Grosso foi um personagem fundamental para o título mundial da Itália. Cavou aquele pênalti sem vergonha contra a Austrália, marcou o gol histórico contra a Alemanha e converteu o pênalti decisivo contra a França. Tudo isso já negociado pelo Palermo com a Internazionale.

Na Inter, Grosso foi muito mal e durou apenas uma temporada. Acabou negociado com o Lyon, onde deveria ser o substituto de Abidal. No entanto, sua experiência na França vem sendo decepcionante. Tem atuado mal na Ligue 1, e foi o pior em campo na derrota para o Rangers na Liga dos Campeões.

Lukas Podolski foi um símbolo da ressurreição da Alemanha sob o comando de Jürgen Klinsmann. Formando dupla com Miroslav Klose, marcou três gols no Mundial e acabou eleito o melhor jogador jovem, à frente de Cristiano Ronaldo. No Bayern, esperava-se que ele desse o salto definitivo para o estrelato internacional.

A primeiro temporada no clube bávaro foi marcada por problemas físicos e más fases técnicas. Na atual temporada, ele tem de se conformar com uma função de mero coadjuvante, enquanto a dupla Klose-Toni já rende frutos.

Grosso e Podolski gostariam de acordar e descobrir que ainda é julho de 2006.

(Post republicado em função de problemas técnicos. Vários comentários de hoje foram perdidos pelo mesmo motivo. Pedimos desculpas pelo inconveniente)

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