Grupo D: Porto

Se fosse na América do Sul, daria para dizer que o Porto é “copeiro”. Apesar de terem um orçamento muito mais discreto que espanhóis, ingleses, italianos, alemães e franceses, os Dragões quase sempre conseguem montar equipes competitivas. Na temporada passada, chegou às quartas de final e empatou por 2 a 2 com o Manchester United em Old Trafford. Nada mal.

Para a atual temporada, parece ser um otimismo exagerado imaginar uma repetição dessa campanha. O time teve poucas modificações, mas elas foram fundamentais para enfraquecer a equipe. A principal foi a saída de Lisandro López, esteio do meio-campo e do ataque portista. Com sua força e capacidade de decisão, o argentino servia de referência para os companheiros nos momentos difíceis.

Para seu lugar, a diretoria contratou Falcao García, ex-River Plate e “ex-quase Fluminense”, e Belluschi. O colombiano e o argentino não são maus jogadores, mas estão alguns degraus abaixo de seu antecessor. Assim, quem pode ganhar ainda mais espaço é o brasileiro Hulk.

Na defesa, o destaque é Bruno Alves, tido pelos portistas como um dos melhores zagueiros da Europa. Um evidente exagero (e uma falha clamorosa na partida de ida contra o Manchester United, na última LC, prova isso), mas que denota o quanto de responsabilidade recai nas costas do jogador.

Considerando que o Chelsea é dono de uma das vagas do grupo no mata-mata, o duelo do Porto será direto com o Atlético de Madrid. E o tamanho dessa eventual queda de rendimento em relação à temporada passada pode ser determinante para a classificação ou eliminação dos portugueses.

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