Feyenoord: Em busca do prestígio

por Guilherme Duque Pannain

Falta pouco menos de um ano para o centenário do Feyenoord. E já para essa temporada, a diretoria começou a se mexer para tentar apagar a péssima campanha no campeonato holandês – sétimo na temporada passada – e tentar recuperar o prestígio perdido dos anos 70.

Nos anos 70, o Feyenoord conquistou seus principais títulos. Os mais importantes desde sua fundação. Mundial Interclubes, Liga dos Campeões, Copa UEFA e duas vezes o campeonato holandês. E desde 1999 não conquista a Eredivisie.

Já pensando no centenário, a diretoria trouxe bons nomes. Repatriou o atacante Roy Makaay e os defensores Kevin Hofland e o experiente Giovanni van Bronckhorst. Ainda trouxe também, o lateral esquerdo Tim de Cler, do AZ e da seleção holandesa. Trouxe também, o promissor turco, Nuri Sahin, por empréstimo junto ao Borussia Dortmund.

A principal perda da equipe de Roterdã foi com venda do ala-esquerdo, Royston Drenthe, para o Real Madrid. Drenthe foi considerado o melhor jogador do Europeu sub-21 e saiu por cerca de € 14 milhões para os espanhóis. Outra perda significativa foi a do atacante Pierre van Hooidjonk, que decidiu abandonar a carreira.

Esta temporada, a equipe não irá disputar nenhuma competição européia, e ao que parece, deve priorizar o campeonato nacional. Nas três primeiras rodadas foram: três vitórias, 10 gols a favor e nenhum contra; Até o início da quarta rodada, o Feyenoord se encontra no primeiro lugar, junto com o Vitesse, ambos com 100% de aproveitamento.

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