Fair pra quem?

Kleber Cotovelo, como o apelido não permite deixar de ver, tem muitos defeitos. Não vou enumerar, o post ficaria longo. Porém, como sói acontecer com quem tem muitos defeitos, é crucificado com frequencia até quando tem razão. E no lance do suposto “fair play” do jogo de ontem, por mais que a imprensa rubro-negra não queira, Kleber tem razão.

Para começar: se há alguém total e completamente viajando na história é o juiz, que tem que apontar para os jogadores de quem é a bola. Como não o fez, deu margem ao rolo. Agora, dizem que a bola estava com o Flamengo. Primeiro que não estava, Renato tinha acabado de se livrar dela quando o juiz apita. Segundo que, se estivesse, estava em um lance de ataque palmeirense, na fogueira, em situação complicada para o Fla. Ou seja: é evidente para qualquer um que não queira fazer média que a bola tinha que ser devolvida ao Palmeiras.

Aí o juiz joga a bola ao chão, e os jogadores do Flamengo se recusam a ter o gesto de “fair play” que, eles sim, deveriam ter. Por que esperar, portanto, que Kleber tivesse? Quando, na verdade, a bola era do time dele? Da atitude de Leo Moura não ouvi ninguém falar. Do claríssimo pênalti sofrido pro Kleber, menos ainda. Mas do que incomodou o Flamengo, muito se falou. Sintoma de um problema que só tende a aumentar.

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Equipe Trivela

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