Entrevista: Renato (Sevilla)

Quais os objetivos do Sevilla na Liga dos Campeões? O time caiu em um grupo favorável, com Stuttgart, Rangers e Unirea.

Fizemos uma boa pré-temporada, o Sevilla está pronto e preparado para fazer uma boa campanha. Esperamos nos classificar para as oitavas e em primeiro lugar, para decidir o confronto dos mata-matas em casa. De fato não fomos sorteados com os times mais difíceis, os “cocos”, como dizem aqui na Espanha, mas jogo de Champions League é sempre complicado e não podemos descuidar.

O time manteve jogadores importantes como Luis Fabiano e Kanouté, e segue com o técnico Manolo Jiménez. Qual a importância da sequência do trabalho?

É fundamental. O Sevilla é um time que pode eventualmente negocia jogadores, mas faz boas contratações e consegue manter uma base. Estamos contentes pela permanência do Luís Fabiano no time. É claro que pelo lado pessoal a gente sempre deseja o melhor para os companheiros, mas foi fundamental o time ter sua espinha dorsal mantida.

Acredita que uma boa participação na Liga dos Campeões possa te ajudar a recuperar espaço na Seleção Brasileira?

Esperança, eu tenho. Procuro sempre fazer o meu melhor no Sevilla, para quem sabe o Dunga me dar uma oportunidade.

Quem você considera favorito ao título?

O Barcelona continua favorito. É um time pronto, com uma base fortíssima. O Real Madrid fez contratações importantes, mas vai precisar de um tempo para buscar o entrosamento. De resto, temos sempre que considerar os ingleses: Manchester United, Chelsea, Liverpool, Arsenal. A briga é boa, vamos tentar entrar no meio.

O Sevilla tem a experiência de dois títulos da Copa Uefa, e disputou a LC na temporada retrasada. Qual a importância dessa experiência?

Sabemos que é bom ter uma rodagem internacional. Ainda não sai da nossa memória a derrota nos pênaltis para o Fenerbahçe (na temporada 2007/08), em um confronto que deveríamos ter definido, com o segundo jogo em casa. Mas temos em mente o exemplo do Villarreal, que já foi semifinalista e por pouco não chegou à final, com um pênalti perdido pelo Riquelme (contra o Arsenal, em 2006). Vamos comer pelas beiradas e quem sabe chegar longe.

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