Derrotados, mas orgulhosos

O Chelsea deu a impressão de ter feito de tudo para ser eliminado, mas não foi. Atacou muito pouco no primeiro tempo e achou um gol em um pênalti questionável. Foi atacado em algumas oportunidades e quase entregou a rapadura. Nem o fato de ter um jogador a mais ajudou, e o Benfica, além de ter conseguido o empate, quase virou o jogo.

Não virou porque Nélson Oliveira – entrou no lugar de Óscar Cardozo em substituição errada de Jorge Jesus – foi preciosista, e porque Petr Cech, apesar de ter falhado no gol, fez boas defesas. No fim, Raul Meireles selou a classificação em um gol que trouxe muito mais alívio do que felicidade aos torcedores que naquele momento já haviam roído todas as unhas possíveis.

Para o Benfica, mais do que esperada, a derrota foi digna. Não só pelo fato de ter atuado com um a menos, mas também por ter encarado o Chelsea de igual para igual em Stamford Bridge, jogando até melhor do que no primeiro jogo em Lisboa. O saldo do revés, nesse caso, é mais positivo aos olhos dos torcedores, que aplaudiram bastante o time,

No Santiago Bernabéu, deu a lógica e o Real Madrid goleou com sobras. Mas os dois gols do APOEL e a campanha anterior atestam que o time cipriota está orgulhoso, assim como o Benfica, pois as duas equipes chegaram mais longe do que pretendiam e saíram sem ser humilhadas.

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