Clássico

A Libertadores da América de 2009 será decidida em um clássico. O Estudiantes tem três títulos da competição, embora não a vença há 39 anos, e o Cruzeiro, dois – 1976 e 1997. O que estava escrito praticamente desde as quartas, nas quais seis dos concorrentes eram ex-campeões. É a primeira vez, também, que os quatro semifinalistas do torneio são ex-campeões.

Um clássico também porque reúne dois timaços, e dois craques. Cruzeiro e Estudiantes jogam um futebol consistente, com jogadores técnicos e sistemas táticos bem organizados. Além disso, há Kleber e Verón, o argentino muito melhor que o brasileiro, mas não mais em seu auge, ao contrário do rival.

O extra-campo não deveria atrapalhar. É de se supor que a direção do Cruzeiro avisou o grupo de jogadores que a chacrinha em torno da gripe era jogo para a torcida – e para desestabilizar o adversário. Na primeira fase da competição, o Cruzeiro passeou diante do Estudiantes no Mineirão, mas, na volta, distraído, se deixou afetar pelo atraso na chegada ao estádio e foi ainda mais atropelado.

Bem, eu não arrisco previsão. Acho que tem tudo para ser um jogaço – aliás, dois – , mas se forem dois jogos truncados decididos em lances fortuitos também não será surpresa. Como diria Cleber Machado: “Talvez!”

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Equipe Trivela

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