Barcos chega com pinta de ídolo

Vinte e sete. Assim, de pronto, sem pestanejar, foi a resposta de Hernán Barcos à pergunta do Caio Carrieri, repórter do L!. Uma resposta que tem muito de promessa e de comprometimento. Vinte e sete gols em um ano não é para qualquer um.

E ao dizer que pretende manter no Brasil o que fazia no Equador, Barcos credencia-se a ser ídolo em um time sem títulos importantes nos últimos anos. Ele poderia criar expectativas mais baixas, evitar cobranças e ir comendo pelas beiradas, mas quem é que aguenta mais um jogador falando que vem para somar? Nem jornalista suporta mais.

Barcos parece ser uma contratação correta. Vi alguns jogos dele pela LDU e o toque de bola, apesar da altura (1,89m) é surpreendente. Está longe de ser um Sócrates, mas também não é Jardel.

Muito melhor apostar em um jogador assim, com vontade de vencer, do que gastar dinheiro em subcelebridades, fujões, acomodados e rapazes esforçados mas sem nenhuma vocação para o nobre esporte bretão.Vagner Love, Kleber, Valdivia, Fernandão e Ricardo Bueno não servem mais para um gigante como o Palmeiras.

Fica difícil escapar da metáfora de baixíssimo nível com o argentino: O Palmeiras pode navegar em águas mais tranqüilas. Falta agora que os dirigentes assumam suas funções e deixarem o Scolari apenas com funções técnicas: montar uma boa paella com os camarões que devem chegar.
 

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