Aqui é trabalho

O bancário Andy Barron, de 29 anos, realizou um sonho que a maioria dos jogadores profissionais fica sem concretizar: participar de uma Copa do Mundo. Ele foi um dos 23 neozelandeses escolhidos para defender o país no Mundial da África do Sul. Chegou a entrar em campo nos minutos finais da partida contra a Itália, evidenciando o imenso contraste: do outro lado, jogadores milionários, de grandes clubes, consagrados internacionalmente.

Nesta semana, Barron revelou sua decisão de pendurar as chuteiras. O motivo? Quer se dedicar plenamente à carreira no banco de investimentos para o qual trabalha. Para poder disputar a Copa, ele se ausentou de várias semanas de trabalho, e a decisão é uma maneira de compensar a boa vontade de seus empregadores (e empregados), que apoiaram seu sonho.

“Sempre foi minha intenção me aposentar depois do Mundial. Pensei em parar no ápice da minha carreira. Este ano completo 30 anos, parece um bom momento para dizer chega. Jogar um Mundial é o sonho de qualquer um, e dizer que consegui é algo de enorme que ficará para sempre, e poderei contar para os netos. Ter estado lá foi simplesmente fantástico”, comentou.

Da experiência no Mundial, Barron leva as boas lembranças e também a camisa de Gianluca Zambrotta, trocada após o empate por 1 a 1 dos All Whites com os italianos. E a certeza de que não apenas de superastros é feito o maior torneio de seleções do mundo.

Mostrar mais

Conteúdos relacionados

Botão Voltar ao topo