Acabou o amor, Ronaldinho?

Ronaldinho Gaúcho sempre fez juras de amor ao Rio de Janeiro. Comprou apartamento na Vila Olímpica, assinou com o Flamengo quando teve a chance, gosta do clima festivo da cidade, é fã confesso de samba, pagode e muitas outras belezas que só a cidade maravilhosa é capaz de oferecer. E agora diz que quer “sair pela porta da frente”. Enigmático, não?

Talvez tenha a ver com a cobrança de Patrícia Amorim. Não adianta ganhar mais de 1 milhão por mês, fazer festinhas extravagantes e dizer “Flamengo é Flamengo” sem dar retorno. Financeiro ou esportivo, que seja.

A resposta venho com a boa partida contra o Vasco. Genialidade e preguiça estão hoje impregnadas no corpo do camisa 10 na mesma proporção. A segunda caraacterística, infelizmente, prevalece sobre a primeira na maioria dos momentos, mas não em todos, como atesta o 5 a 4 contra o Santos. Mas o próprio Ronaldinho nos acostumou mal, e é por isso sempre cobrado com mais ênfase.

Resignado e especulado no Qatar, ele talvez va para lá, onde tem praia, gente rica e a exigência do futebol é menor. As festinhas são permitidas (é um país do Oriente Médio bastante ocidentalizado), e o dinheirinho é bom. E a praia faria com que a saudade do Rio fosse esquecida quando as lembranças do antigo amor rondassem a cabeça. Talvez seja isso o que ele procure.

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Equipe Trivela

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