A polêmica do calendário

Muitas vezes, a análise da imprensa sobre os assuntos, qualquer que seja, é bipolar. As opiniões são extremadas, e raramente se pensa em avaliar elementos que ficam no meio dos caminhos.

É o caso da discussão sobre a adaptação do calendário brasileiro ao europeu. Há os radicalmente contra, há os radicalmente a favor. Como se não houvesse nenhum ponto de concordância nas duas facções.

Há um ano e meio, a revista Trivela fez uma reportagem sobre o assunto. Além de mostrar como é o calendário atual, apresentou duas propostas. Uma com adoção total ao europeu e outra com uma adaptação ao atual.

Pessoalmente, não me importa se o Brasil vai adotar o calendário europeu tradicional (de agosto a junho) ou o russo (de fevereiro a novembro, mas com datas e paradas encaixando com o europeu), desde que haja um real planejamento do calendário. O que não dá é para aceitar passivamente que a coisa continue como está.

Se quiser ler a reportagem, clique aqui e baixe o PDF.

Atualização às 20:31, por Caio Maia: O que o Ubiratan não colocou aqui, mas coloca na matéria, é uma questão que ninguém levanta: se mudarmos nosso calendário, teremos férias no inverno, e temporada “bombando” no auge do verão. Dá pra jogar futebol no meio de uma tarde de janeiro em Fortaleza?

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Equipe Trivela

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