A camisa da discórdia

A camisa pró-Palestina exibida por Kanouté na vitória do Sevilla sobre o Deportivo La Coruña pela Copa do Rei levantou uma velha polêmica. Não sobre as razões (ou falta delas) de cada um na guerra, o que não cabe discutir aqui, e sim sobre a exibição de mensagens políticas, religiosas e de qualquer tipo em um campo de futebol profissional.

Os jogadores, salvo raras exceções, são normalmente criticados por fugirem de questões mais controversas e não se posicionarem politicamente. Personagens que fogem desse padrão fazem bem ao esporte.

No entanto, dentro das quatro linhas não é o lugar. Nem para pró-Palestina, nem para pró-Israel, nem para Jesus salva, nem para alô mamãe, papai, titia, foto da filha e do cachorro. Além da já batida explicação de que esconde o patrocinador do time, ainda provoca uma ligação do clube com a mensagem – o que pode ser indesejado.

Que os jogadores se manifestem, mas nas sedes adequadas para tal.

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Equipe Trivela

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