O Napoli havia saído à frente pela liderança do Grupo E ao vencer o Liverpool, no San Paolo, e o Genk se mostrara muito frágil na goleada do Red Bull Salzburg, por 6 a 2. Quem arriscasse um prognóstico baseado na primeira rodada daria uma vitória tranquila aos italianos e, também, estaria errado. O Genk deu muito trabalho ao Napoli e conseguiu arrancar o empate por 0 a 0 em uma partida cheia de chances de gol.

Foi um pouco inacreditável que o Napoli não tenha aberto o placar aos 14 minutos. O goleiro Gaëtan Coucke saiu para interceptar cruzamento de Mário Rui, mas a bola bateu em Jhon Lucumi e sobrou para Calléjon. O potente chute do espanhol bateu na trave. Milik ficou com o rebote e acertou Carlos Cuesta. Ficou novamente com a sobra e, deitado, tirou tinta do travessão com a perna esquerda.

Não era o dia de Milik. Dez minutos depois, ele acertou o travessão de novo, com a cabeça. Em jogada de escanteio, Koulibaly conseguiu vencer o goleiro Coucke, mas Patrik Hrosovsky cortou em cima da linha. Na sequência da jogada, o camisa 99 apareceu livre na segunda trave para conferir, mas cabeceou para fora.

O Genk não finalizava muito, mas chegava constantemente com perigo e teve duas boas ações de fora da área antes do intervalo. O de Theo Bongonda foi para fora, por pouco, e Alex Meret teve que espalmar o de Sander Berge. Ele já havia feito uma boa intervenção em cabeçada de Mbwanna Samatta.

O segundo tempo foi um pouco mais frio, com Callejón perdendo a grande chance do Napoli, com um chute cruzado de dentro da área para fora. O Genk também poderia ter feito o gol de uma improvável vitória, após erro de Allan, mas Hagi mandou por cima.

De qualquer forma, a aparência de saco de pancadas do grupo, adquirida após a estreia, foi cancelada pela corajosa atuação que valeu ao Genk um ponto valoroso contra o Napoli.

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