Era um cenário quase surreal. Um clube tinha o esqueleto da seleção campeã mundial, e seu maior rival tinha os grandes craques da seleção campeã europeia. Um time mediano, que nunca conquistou um título, tirou o melhor jogador do Barcelona. Um time de segunda divisão tinha o atacante titular da seleção brasileira. O camisa 9 da Argentina também ia jogar a Segundona. Até a Globo se dobrou, e fez uma experiência transmitindo futebol europeu nas manhãs de domingo. E tudo isso fazia sentido, porque o poder daquele campeonato parecia não ter limites.