O PSG anunciou a contratação do meia ofensivo Pablo Sarabia, de 27 anos, do Sevilla. O espanhol chega por € 18 milhões (com € 2 milhões variáveis), um valor até baixo no mercado atual, e algo importante para um clube sempre sob a sombra do Fair Play Financeiro. A chegada de Sarabia também já é vista como uma possibilidade de dar mais opções de elenco, especialmente ofensivamente, ainda mais com a especulação de saída de Neymar.

Como precisa gerar dinheiro, o PSG já tem as vendas acertadas de Giovanni Lo Celso para o Betis por € 22 milhões; Moussa Diaby para o Bayer Leverkusen por € 15 milhões; Grzegorz Krychowiak para o Lokomotiv Moscou por € 12,5 milhões; e Thimothy Weah para o Lille por € 9,5 milhões, saídas que somaram € 59 milhões até aqui.

O contrato de Sarabia será de cinco anos com o campeão francês. Há quem considere que a chegada de Sarabia já é uma forma de se armar para uma possível saída de Neymar, já que ele pode atuar como ponta pelos dois lados do campo ou como meia ofensivo, que é a sua posição mais confortável.

Sarabia chega depois de três anos muito bons no Sevilla, onde jogou 101 partidas e marcou 43 gols. Antes disso, jogou por cinco temporadas no Getafe, na região metropolitana de Madri. O meia foi formado na base do Real Madrid, mas como tantos outros, nunca teve chances de ter sequência. Jogou apenas uma partida pelo time profissional do Real Madrid, em dezembro de 2010. Teve que buscar o seu espaço longe do clube blanco.

Com Sarabia, o PSG ganha opções ofensivas no meio-campo, mas o clube ainda espera oficializar outra contratação de um meia central, Ander Herrera, espanhol, que estava no Manchester United e ficou sem contrato com o Manchester United. A posição de Herrera é um dos pontos mais fracos do time francês, que tem poucas opções ali.

Caso Neymar seja vendido, o PSG terá como opções, além de Sarabia, Julian Draxler, Ángel Di Maria, além do jovem Christopher Nkunku. Há também o atacante Jesé, espanhol que não se firmou e acabou emprestado e ainda tem contrato com os parisienses, mas não deve permanecer na capital francesa.